O pianista britânico vai estar no Coliseu do Porto e Lisboa nos dias 14 e 15 de Abril, respectivamente.
Mais um artista de relevo em Portugal para 2004. Michael Nyman distinguiu-se a nível mundial quando assinou a composição da banda sonora do filme "O Piano" de Jane Campion(a mesma de "In the cut", agora em exibição).
Os bilhetes para os concertos já estão à venda e custam entre 18 a 40 euros.
Fonte: Cotonete
Os juristas Luís Chaby e Isabel André irão integrar o futuro Conselho de Administração do TNDM II.
Os nomeados irão trabalhar em conjunto com o cenógrafo António Lagarto, actual director artístico do teatro, como anunciou o Ministério da Cultura.
António Lagarto ficará responsável pela estratégia da programação artística. O cenógrafo participará também no processo de elaboração dos regulamentos necessários ao funcionamento do teatro.
Os novos administradores terão em mãos o processo de transição do Teatro Nacional D. Maria II para uma sociedade anónima de capitais públicos – TNDM SA. . Esta decisão partiu do Conselho de Ministros que aprovou, em Dezembro, um decreto-lei nesse sentido Este modelo de gestão já tinha sido defendido no ano 2000 pelo então ministro da Cultura, José Sasportes. Contudo, o processo caiu no atraso e foi inclusivé um dos motivos que o actor João Grosso alegou ao demitir-se da função de vogal responsável pela direcção artística do teatro, em Julho do ano passado.
Os nomeados entrarão em funções logo que a Lei Orgânica do teatro entre em vigor.
Chaby Vaz e Isabel André têm já experiência no âmbito da Cultura. Chaby foi subdirector e administrador do Teatro Nacional S. João e Isabel André pertenceu ao Conselho de Fundadores da Fundação de São Carlos e foi administradora da Companhia Nacional de Bailado.
O Teatro Nacional D. Maria II terá assim um novo futuro com novos nomes na administração.
Vai decorrer nos dias 8 e 9 de Maio no Fórum Lisboa o Festival de Super 8. O prazo de entrega dos filmes é até dia 25 de Março.
Organizado pela Associação Máquina de Fumo e patrocinado pela Kodak, pela RTP e pela revista de cinema Premiere o Festival de Super 8 é uma oportunidade para os interessados por cinema mostrarem aquilo de que são capazes.
O primeiro premiado irá ver o seu filme revelado para formato 16mm ou 35mm e os melhores serão transmitidos pelo programa Onda Curta na RTP.
A inscrição custa 15 euros e o prazo de entrega é até dia 25 de Março.
Sílvia Correia é uma jovem actriz cheia de projectos e força para os concretizar. Sílvia deixou a área de economia que estudava no liceu para se dedicar de corpo e alma à sua paixão: o Teatro. JCC falou com a actriz.
Decidiu tirar o curso de Interpretação na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo contra a vontade da sua família e admite que o facto de tanto lhe tentarem mostrar “o lado negativo de ser actriz” a incentivou ainda mais a ir em frente para poder mostrar à família o quanto estavam errados, e afirma orgulhosa “Estou a conseguir!”.
Sílvia entende que um actor que luta, que não fica parado à espera que os trabalhos surjam, pode viver bem em Portugal. Mas também esclarece que “há pouca produção” e defende que “cabe aos mais novos criarem também eles postos de trabalho.”
Sílvia também já estudou 3 meses em Liverpool e defende que “é sempre uma valorização importante” assim como em todas as profissões, “não só em termos profissionais mas também a nível pessoal.
Neste momento Sílvia Correia está a preparar um trabalho com alunos do workshop de teatro de que é responsável e começará em rodagem para uma curta-metragem na próxima semana.
A jovem actriz deixa um apelo aos que lhe querem seguir as pisadas e diz que “Ninguém disse que é um mundo fácil enveredar por uma carreira artística, mas é importante manter a vontade de trabalhar e nunca desmotivar.”
Sílvia Correia lutou pelo que acredita, gosta do que faz e promete não desistir. Sílvia Correia é forte e não se arrepende de ser actriz. E para 2004 pede o que de certo todos pedimos, actores e não actores: “muito trabalho…muita saúde e confiança.”
Numa altura em que acorrem sempre muitas pessoas a castings para teatro, cinema e televisão, JCC quis saber mais um pouco e falou com Sílvia Correia, actriz e formadora em workshops.
Sílvia Correia defende que muitos representam porque simplesmente têm gosto em viver para o teatro, mas sabe também que outros há que o querem fazer por uma questão de moda. Mas como se sabe, neste meio é necessário uma luta constante para um lugar ao sol porque “os que ficam à espera que o trabalho lhes caia do céu não vão longe”.
Sílvia Correia sabe que muitos alunos procuram nos seus worshops um primeiro contacto com o teatro antes de enveredarem por uma carreira artística, mas adverte que também há muitos outros motivos, pois há muitas pessoas que os fazem “para aprender a saberem-se comportar com à vontade, a colocar a voz, a serem bons espectadores de teatro…”. Sílvia Correia orgulha-se, aliás, de ter tido alguns alunos que depois de frequentarem os seus workshops se deixaram conquistar pelo teatro a tempo inteiro e com um sorriso nos lábios diz que “é sinal que dei um presente, que alguém gostou e foi comprar o resto da colecção”.
A jovem actriz falou-nos ainda do fenómeno em ascenção que é a ficção falada em português, a que tantos actores têm acedido. Sílvia Correia acrescenta que este não é um problema apenas da televisão, já que se notam diferenças várias entre o Teatro Nacional e o Teatro Municipal, na medida em que “quem faz Teatro Nacional acaba por ter mais projecção do que quem faz nos Teatros Municipais ou nas produções próprias.”.
Fala-se muito actualmente sobre a música portuguesa. Discute-se o que é música portuguesa, se quem canta em inglês pode ser considerado como música portuguesa, discutem-se as leis da rádio, as percentagens de música nacional a passar na rádio, mas a discussão que engloba tudo isto é de carácter nacionalista.
“Portugal converteu-se num país onde se não conceitua o que é português”, vem escrito no Manifesto da Música portuguesa, assinado apenas por músicos que cantam em português e que recebem pouca atenção por parte dos jovens. Nesse mesmo manifesto o autor e os seus signatários perguntam-se “Se não ouvirmos cantar em português na nossa rádio não estaremos a comprometer uma parte essencial da nossa identidade ? E do nosso futuro cultural ?”.
Rodrigo Cardoso foi o fundador de uma das mais dinâmicas editoras de música portuguesas da actualidade, a Bor Land. Para este estudante de música na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo a resposta à pergunta de alguns músicos portugueses é simples: “Há pessoas que vêem no acto de gostar de música uma coisa complicada. Para mim isto é simples.” A grande questão é a de perda de identidade ou perda de lucros? Ou ambas? “Se na celebérrima questão da "defesa da música portuguesa na rádio" o que está em jogo são apenas interesses de ordem sindical e corporativa (isto é, trabalho, direitos de autor, visibilidade, audiência) dos músicos portugueses como um todo - quero dizer, da Ágata ao Sérgio Godinho ou aos Cool Hipnoise -, então uma quota obrigatória vai ajudar a resolver esses problemas: passam mais, são mais ouvidos, há maior exposição.” Quem o diz é João Lisboa, crítico de música do jornal semanário Expresso. Mas João Lisboa diz mais e completa a sua resposta: “Se isso, por outro lado, tiver a ver com "melhoria de qualidade", então é melhor tirar o cavalinho da chuva: as rádios, mesmo se cumprirem as quotas, tenderão sempre a passar o que proporcione mais elevados índices de audiência e isso sabemos nós todos muito bem para que lado pende sempre.”
O locutor de rádio, Álvaro Costa, agora na Antena 3, disse um dia ao “Diário de Notícias” que o cumprimento da lei da rádio iria levar a apenas uma coisa: “mais do mesmo”, ou seja mais Rui Veloso, mais Luís Represas, mais Da Weasel, entre outros. Ou seja, artistas já afirmados. As novas bandas continuariam com um espaço muito limitado.
Em relação aos novos talentos João Lisboa tem uma opinião que é considerada polémica por outras personalidades no meio musical e crítico. “Existe assim tanto talento escondido? A minha tendência é para dizer que, pelas amostras que vão aparecendo, nem por isso. Genericamente, é derivativo e muito subserviente das "trends" externas. Mas só o poderíamos saber de certeza se as possibilidades de exposição fossem mais favoráveis. Embora me custe a acreditar que, se algum génio fulgurante estivesse por aí à nossa procura, ainda não tivesse tido oportunidade de se fazer ouvir...” Nesta ponto da questão o editor do “DN Mais”, Nuno Galopim, diz que há novo talento para ser ouvido, só não tem exposição suficiente. “O novo talento não tem espaço porque as playlists respondem mais ao conhecimento do que ao reconhecimento. Há talento novo e há talento novo para ser escutado.” Ao lado da posição de Nuno Galopim encontra-se Henrique Amaro, a voz do programa “Portugália” na Antena 3, programa esse inteiramente dedicado a música feita por músicos de língua portuguesa. “A música portuguesa como qualquer outra tem projectos interessantes e outros que nem tanto. A exposição pública e mediática (tv, rádio e circuito de espectáculos) parece ser a base da crise anunciada.” Henrique Amaro especifica: “È certo que o talento de Carlos Paredes, José Afonso, Carlos Guerreiro ou Pedro Aires Magalhães não aparece assiduamente, mas jovens músicos como Ricardo Rocha, Armando Teixeira ou Manuel Cruz são totalmente desconhecidos do público.”
Tanto para Nuno Galopim como para Henrique Amaro o problema reside naquilo que se tornou numa característica da cultura portuguesa, a mesma cultura que, como qualquer outra existe como um todo e não por partes, os músicos que assinaram o Manifesto dizem estar a perder-se. O editor do “DN Mais” é claro: “As pessoas têm preguiça para ouvir coisas novas”. Henrique Amaro fundamenta mais a mesma acusação. “Embora não seja uma imagem exclusivamente nacional, continuamos a cultivar a rejeição à novidade e erradamente pensamos que a cultura pop portuguesa é uma ideia adiada. Ao longo dos anos, o país real era tomado como um mar de romarias e pirotecnia, actualmente, existe outro mar desconhecido que se guia por coordenadas artísticas muito interessantes e que, por agora, é apenas ignorado.”
Uma questão levantada por Nuno Galopim é a do ensino de música nos programas das escolas. “Tudo começa na educação, se houvesse educação nas escolas a música entrava melhor nas pessoas. É tudo uma questão estrutural.” Questão essa que já foi levada ao Parlamento em Fevereiro de 2003 pelo deputado António Filipe. “A educação musical é desprezada nos currículos escolares.”
Uma pessoa pode comprar um disco e ir para casa ouvi-lo, sabendo apenas quem é o artista e como se chama o álbum. Não sabe quem é o responsável pela edição do álbum. Quem tem esses trabalho são os editores e os produtores. Estes últimos são quem grava a música propriamente dita. Os editores tratam da divulgação e de arranjar estúdios, entre mais coisa. É nas editoras que reside outro problema para a música portuguesa. Em Portugal existe quase que uma tradição que diz que só as multinacionais( Universal, EMI – Valentim de Carvalho, BMG,...) é que lançam música. Nuno Galopim fala, mais uma vez, dos maus hábitos dos portugueses. “Nós é que estamos mal habituados. Durante muito tempo pensámos que toda a actividade editorial passava pelas multinacionais. Felizmente que hoje há Bor Lands e afins para mostrar que há algo mais para além das multinacionais.” Em Portugal o mapa das editoras “independentes” tem alastrado nos últimos anos. Mas nem sempre conseguem obter a exposição necessária para atingir a rentabilidade e abrem falência ou desistem da “missão”. O álbum de Old Jerusalem da Bor Land foi considerado por muitos críticos como dos melhores do ano. Vendeu perto de 500 unidades. Custou 450 contos e concretizar. (Só para se ter uma ideia, os Mesa, editados por uma multinacional, tiveram um álbum de estreia que custou 5000 contos. )
Diz João Lisboa sobre o assunto : “Editoras e concertos: também aqui (à excepção das "indies" que vivem permanentemente com a corda na garganta e que, por muito "mecenáticas" que desejem ser, também devem ter preocupações de sobrevivência económica) a questão é "vende ou não vende". E ser em português, inglês ou árabe é-lhes francamente indiferente. O fado parece que está a vender? Então, vá de publicar fado a eito que não só dá boa imagem patriótica como pode render. Os Silence 4/David Fonseca estão a sair bem? Não haverá, nesse caso, mais uns sucedâneos jeitosos por aí que possam fazer render o filão? E, se o disco vendeu, há concertos, se não, haverá menos ou nenhuns, os promotores de concertos e festivais afinam pelo mesmo diapasão.”
Apontar problemas é fácil, resolvê-los não. Após uma época de grande discussão sobre a música portuguesa o tema estagnou. A Lei da rádio ainda não entrou em vigor e nunca mais foi falada. Como se tira a música portuguesa da crise, então? “Não sei. O mercado nacional é diminuto (o que condiciona muito: um médio sucesso é minúsculo, um pequeno sucesso não existe) pelo que, talvez, uma hipótese fosse apostar no exterior”, explica João Lisboa. “Islandeses, noruegueses, suecos, belgas, austríacos fizeram-no e não correu mal, Cristina Branco, Mariza, Madredeus, Dulce Pontes (seja o que for que pensemos da qualidade propriamente musical de cada um deles) fizeram-no e também conseguiram algum sucesso, os Gift tentaram-no... Será uma hipótese? Será A hipótese?”
O cantor australiano vai oferecer a Portugal um concerto extra no dia 25/02.
Numa altura em que o concerto do dia 24 de Fevereiro já não tem bilhetes disponíveis, sabe-se que o cantor vai repor o concerto num espectáculo extra, no dia 25.
Os fãs portugueses que não conseguiram comprar bilhete podem aproveitar e ver Nick Cave subir ao palco do Grande Auditório do CCB, num encore ansiado, às 21h30 do dia 25 do próximo mês.
Os bilhetes estão à venda a partir de 19 de Janeiro, segunda-feira, com preços entre os 30 e os 50 euros
O mês de Fevereiro vem repleto de possibilidades, além do Fantasporto, vão realizar-se na cidade Invicta vários concertos de grande qualidade.
Concerto para o mês de Fevereiro:
- Dia 8 Fev.: HIM
- Dia 9 Fev.: Eagle-Eye Cherry
- Dia 12 Fev.: Dream Theater
Uma peça de David Mamet, de 21 de Janeiro a 15 de Fevereiro, no Maus Hábitos (Rua Passos Manuel).
"Uma loja de compra e venda. 3 pequenos vigaristas planeiam um assalto, para essa mesma noite, a 1 coleccionador de moedas. Nas horas que passam, até ao golpe, a amizade torna-se vítima de 1 conflito entre lealdade e negócio." É o resumo de uma peça que estará a decorrer no Maus Hábitos, de 21 de Janeiro a 15 de Fevereiro, de Quarta a Domingo, pelas 21h30.
Uma peça de David Mamet, com interpretação de Fernando Moreira, Luis Araujo e Luis Mestre. É uma peça para maiores de 16 anos, da produção do Teatro Art'Imagem.
A exposição da Wold Press Photo vai estar ao alcance da vista no Fórum da Maia até ao dia 1 de Fevereiro.
Resultado de um concurso anual de fotojornalismo, a exposição reúne as 160 fotografias premiadas. Em concurso estiveram cerca de 4.000 fotógrafos oriundos de 118 países.
A Fundação World Press Photo é um exemplo de celebração da liberdade de imprensa e retrata temas que interessam os cidadãos do mundo.
Para além desta exposição, o Fórum da Maia recebe ainda as fotografias galardoadas com o Prémio Visão Fotojornalismo em 2003. Esta iniciativa da revista Visão pretende dar reconhecimento e incentivo ao fotojornalismo que se faz em Portugal.
A exposição está aberta ao público todos os dias: Domingo a Sexta, das 15.00h às 19.00h; Sábados, das 15.00 às 19.00 e das 21.00h às 24.00h.
O custo da entrada é de €2.50, para os estudantes €2.
Nos dias 4 e 5 de Abril são os Zero 7. Lá para o fim desse mês são os Calexico. Ainda sem confirmações de datas ou locais, sabe-se apenas que o duo britânico e os norte-americanos vão estar em Portugal.

Abril prepara-se para ser um grande mês de concertos. David Byrne, Kraftwerk, agora Calexico e Zero 7.
O duo de electrónica britânico desloca-se ao nosso país dias 4 e 5 de Abril, ainda não se sabe onde. Vêm apresentar o novo álbum, "When it falls", que tem lançamento previsto para dia 1 de Março.
Quanto aos Calexico, sabe-se apenas que o concerto(ou os concertos) terá lugar entre 15 e 26 de Abril. A banda norte-americana vem apresentar o último EP, "Convict Pool" e o DVD "World Drifts In" que vai ser lançado na Primavera.

A mês e meio do concerto de Nick Cave, no CCB, os bilhetes para o grande auditório já esgotaram.
Nick Cave vem ao nosso país para ilustrar o seu último trabalho - Nocturama, editado em 2002, num CCB a rebentar pelas costuras, a 24 de Fevereiro.
O cantor australiano, filho do mundo, já viveu na Europa e nos Estados Unidos, e começou a cantar quando ainda estava no liceu. Foi membro de várias bandas e alguns dos elementos dos Bad Seeds percorreram o caminho com ele.
O Grande Auditório abre portas às 21h30 para receber as baladas de um dos cantores carismáticos da pop contemporânea.
Fonte: CCB
Foi ontem apresentado ao público o programa do Teatro Nacional S.João(TNSJ) para o primeiro semestre de 2004. No ano em que o TNSJ garantiu a sua reestruturação a dinâmica entre o clássico Teatro do Porto e o novíssimo Teatro Carlos Alberto(TeCA) promete um ano em cheio.
O ano começa com os restos de 2003. “Castro” continua em cena no TNSJ até dia 18 de Janeiro. Mas as novidades são muitas de Janeiro até Julho.
De 10 a 18 de Janeiro “Cinco Peças de Olga Roriz”, o grande nome da dança contemporânea portuguesa disperso por 5 peças: Código MD8(dias 10 e 11 no TeCA), Os Olhos de Gulay Cabbar(dias 14 e 15 no Museu do Carro Eléctrico), Não Destruam os Mal-me-queres(também 14 e 15, mas no TeCA), Jardim de Inverno(dias 17 e 18 novamente no Museu do Carro Eléctrico) e Jump-up-and-kiss-me(17 e 18 no TeCA).
A dança é uma aposta forte em 2004 do TNSJ. “Materiais Diversos + One Woman Show”, parceria com uma das Capitais Europeia da Cultura de 2004(Lille), são dois espectáculos inovadores, sendo que “Materiais Diversos” “revela uma inesperada dimensão coreográfica por parte de um criador que se assumia pela ausência intencional de coreografia”, segundo o “Duas Colunas”, o jornal de divulgação do TNSJ. Em cena nos dias 6 e 7 de Fevereiro.
Novo destaque para “O Despertar da Primavera”, primeira peça totalmente adaptada especificamente para o palco do novo TeCA. Nuno Cardoso volta a encenar, depois de ter regressado aos palcos em “Gretchen”. No TeCA de 5 a 28 de Março.
“O Despertar da Primavera” vai ser apenas um dos vários espectáculos em cena aquando do dia Mundial do Teatro. De 25 a 28 de Março o TNSJ, o TeCA e o Rivoli vão estar a força máxima tendo em cena, respectivamente, “Um Hamlet A Mais”(agora no TNSJ após ter estado no Rivoli), “O Despertar da Primavera” e “Aguantar”.
Os primeiros seis meses de 2004 prometem muito e bom teatro e dança nos teatros do Porto. Um último destaque para uma co-produção da companhia de Teatro O Bando e do TNSJ com a colaboração da Culturgest: “Ensaio sobre a Cegueira” de José Saramago. Adaptada e encenada por João Brites, é a muito aguardada representação destes primeiros seis meses no Teatro Nacional S.João.

É uma das mais famosas óperas do planeta. Aida, a obra-prima em quatro actos de Giuseppe Verdi, está de volta à cena, desta feita nos Coliseus. Primeiro vai estar no Porto, dia 15 de Março, depois estará em Lisboa, de 18 a 21 de Março.
É a velha história sobre o amor e a traição. Aida narra a história de um guerreiro egípcio, da escrava Aida e da princesa Amneris, tendo como pano de fundo o antigo Egipto.
O tema e o cenário não são de estranhar, já que a ópera foi encomendada ao compositor italiano pelo governo egipcío, por altura da inauguração do Canal do Suez. A estreia ocorreu no Cairo em 1871.
O espectáculo estará em cena no nosso país em Março e conta com a presença da Orquestra do Teatro Estatal de Ópera de Varna- Bulgária.
Os bilhetes já estão à venda aqui
"A Favor da Claridade" é o filme de Teresa Villaverde, realizado a pedido do Instituto das Artes para representar Portugal na 50ª Bienal de Veneza em 2003. O filme vai estar em exibição em Lisboa nos cinemas King entre 20 e 28 de Janeiro.
O primeiro filme de não-ficção da realizadora portuguesa é já considerado como uma obra marcante do cinema português dado que consiste em 54 minutos de total liberdade da realizadora.
O convite para este filme surgiu de Pedro Cabrita Reis, que passou a ser o objecto do filme em conjunto com a sua obra enquanto artista plástico.
O filme terá três exibições diárias de 20 a 28 de Janeiro nos cinemas King em Lisboa.
Vai ter lugar esta quarta-feira, dia 7 de Janeiro, a Rádio FNAC na loja de Santa Catarina. Vários jornalistas de rádios e jornais à conversa sobre a música portuguesa.
A FNAC vai dar início a um ciclo quinzenal de conversas sobre o estado da música portuguesa, que começa na quarta-feira, dia 7.
O grupo de jornalistas convidados é o seguinte: Isidro Lisboa(Rádio Nova), Carlos Vieira(Xinfrim), Jorge Manuel Lopes(Blitz), Jorge Baldaia(123som.com), António Jorge(Antena 3), Artur Silva(divergencias.com), Inês Nadais e Luís Octávio Costa(Suplemento Y/Público).
A partir das 17 horas no café da FNAC de Santa Catarina.