
Asian Dub Foundation
(Soundsystem)
Anthony Jonhson
(Jamaica)
Bob Figurante feat.Ras DaMula Pon Di Mic (Kussondulola)
JulaJah Sound Homegrown
Selecta Masko & Dubie Pon Di Mic
(Getto Sound/Sativa)
Nuno Forte : Jalex
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6 de Outubro : Lisboa - Club Lua 22H00
7 de Outubro Porto : Edificio Alfandega 22H00
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Numa convergência sempre positiva as vibrações do Reggae & Dance Hall, Drum`n`Bass, Dub e do Hip Hop, entre outros estilos, fundem-se para um evento único em duas diferentes cidades:
O Club Lua em Lisboa (será a primeira vez que este evento decorre na capital), no dia 6 de Outubro e o Edifício Alfandega no Porto, dia 7 Outubro.
Ambas as noites serão abrilhantadas por alguns nomes de destaque de ambas as correntes musicais nacional e internacional.
Os Asian Dub Foundation em formato soundsystem e o cantor jamaicano Anthony Jonhson (pela primeira vez em Portugal) são nomes internacionais confirmados para este evento.
A completar o cartaz do Porto e Lisboa Vibes, estão asseguradas as actuações de alguns dos mais sonantes nomes do reggae e do drum`n`bass nacional, como Bob Figurante feat DaMunla (Kussondulola), JulaJah Sound Homegrown, Selecta Masko, Nuno Forte e Jalex.
ASIAN DUB FOUNDATION (Soundsystem)

Os Asian Dub Foundation (soundsystem; 2 MC`S, DJ, Percussão) são os cabeças de cartaz no evento Lisboa e Porto Vibes a realizar em Lisboa (club Lua) e Porto (Edificio Alfandega, nos dia 6 e 7 de Outubro, respectivamente.
Os Asian Dub Foundation têm por tradição forçar os limites da expressão artística, lançando uma série de performances e álbuns explosivos por quase 10 anos: punk, dub, reggae, hip hop... que expressam sua luta diária por respeito e tolerância. A música da banda é ao mesmo tempo atmosférica, envolvente, vigorosa e cerebral; aproxima comunidades, derruba clichês e oferece soluções enquanto boa parte dos outros meramente adere ao consensual.
O seu carisma e consciência social já renderam elogios e digressões conjuntas com alguns dos maiores nomes da música actual, como Primal Scream, Beastie Boys e David Bowie. A banda goza de grande popularidade em Portugal e foi já considerada "a melhor banda ao vivo da Grã-Bretanha"
A banda goza de grande popularidade em Portugal e é considerada a melhor banda ao vivo da Grã-Bretanha".
ANTHONY JOHNSON

Oriundo de Trench Town, na Jamaica, e artista da Internacional Roots Reggae Recordings, Anthony Jonhson tornou-se conhecido como um dos vocalistas do trio Mystic Eves, cuja faixa “Perilous Times” é um dos grandes “roots” hits de finais dos anos 70.
Na sua carreira a solo, desde cedo colaborou com reconhecidos produtores como Jah Thomas, Linval Thompson e Prince Jammys, os quais editaram canções suas, geralmente apoiados pelos Roots Radicals e High Times Band. Foi Jah Thomas quem produziu para Anthony Jonhson a música Tour-de force “Gunshot” que se tornou um êxito internacional ( editada com a Greensleeves no Reino Unido).
Outros êxitos de Anthony Johnson tais como “Dancehall Vibes”, “Life is not easy”, “Africa” e “Like Woman Woman”, são dubplates imprescindíveis da selecção musical de um sound system.
Voltou para Londres nos anos 80, onde por um tempo fez uma pausa no trabalho de estúdio. No entanto, recentemente gravou algumas músicas com Jah Warrior, Rootman, e Mike Brookes, seu companheiro no Channel One.
Incluída nestas gravações está uma versão recente do seu clássico “Africa”, gravada por Jah Warrior na “Declaration of Rights” e editada na mais recente edição “Nu Shoots Inna Roots”.
Uma versão do seu tema “Gunshoot" com Rootsman, bem como o seu mais recente single “I`m the one”, têm vindo a receber um excelente feedback. Anthony Johnson actua pela primeira vez em Portugal.
A primeira edição do festival Vibes ocorreu há um ano na Alfândega do Porto, onde cerca de 2000 pessoas se juntaram para um evento mais alternativo, abrangendo sonoridades como o reggae, o dub e o drum`n`bass.
O Porto Vibes 2005 teve como cabeças de cartaz os californianos Groundation, por muitos considerados a melhor banda reggae americana, e o produtor/DJ britâncio Roni Size que, com a crew Reprazent, venceu o Mercury Music Prize em 1997.
Charly Skank (França) & band, o Jamaicano Dennis Alcapone, Nuno Forte e Bob Figurante feat. Kinki Reggae Clube (Galiza) foram outros artistas participantes na edição de lançamento do evento. Após o sucesso da primeira edição, as sonoridades alternativas descem, este ano, também até Lisboa.
Preço do bilhete em Lisboa: 15 Euros
Preço do bilhete no Porto: Pré venda 12,50 Euros / No dia: 15 Euros
Inicio dos espectáculos: 22H00
RESERVAS/INFORMAÇÕES: 707 234 234
LOCAIS DE VENDA:
Fnac; Lojas Viagens ABREU e www.ticketline.sapo.pt
A Cidade dos Livros abre hoje, no Mercado Ferreira Borges, e pode ser visitada gratuitamente até dia 23 de Julho, todos os dias entre as 11h00 e as 23h00. Esta é uma inciativa da Livraria Interlivro, que propõe aos visitantes uma "Cidade dos Livros" com preços baixos.

Imagem: Kevin Hoffberg
O espaço do Mercado Ferreira Borges vai estar dividido em "ruas" cujo nome identifica o género de livros aí disponível. Assim, por exemplo, na Zona Histórica da "cidade", há o Pátio do Livro Antigo, onde se encontram as obras oriundas de alfarrabistas.
Há também uma "rua" dos Livros Descatalogados e várias com nomes de escritores (Eugénio de Andrade, Raul Brandão, Óscar Lopes ou Camilo Castelo Branco), em que o preço dos livros varia entre os 2,5 e os 10 euros, dependendo da "rua" em que o comprador se encontra.
O evento terá também espaço para autores estrangeiros (no Largo de Autores Estrangeiros) e para a literatura infanto-juvenil (o Jardim dos Pequenitos). Estão previstas conversas e debates com escritores ao longo do certame.
A partir de hoje e até 26 de Junho o Museu Serralves acolhe no Porto a primeira Feira do Livro Gulbenkian.

Literatura, filosofia, obras de ciência, livros de arte, manuais universitários ou catálogos e roteiros de exposições, editados pela Fundação Calouste Gulbenkian nas últimas quatro décadas, são algumas das obras que estarão disponíveis ao público a preço de ocasião no "hall" do Museu Serralves.
A feira pode ser visitada todos os dias a partir das 10h00 e até às 19h00 nos três primeiros dias. No feriado de S. João e no domingo, dia 26, as portas estão abertas até às 20h00 e no sábado, dia 25 de Junho, até às 22h00.
Depois de, em Abril, a Feira do Livro da Gulbenkian ter realizado em Lisboa a sua primeira edição, é a vez do Porto acolher o certame. A feira é inaugurada hoje, pelas 15h30, por Isabel Mota e Artur Santos Silva, administradores da Fundação Calouste Gulbenkian, e Virgílio Folhadela, da Fundação de Serralves.
Beatriz Pacheco Pereira encerrou ciclo de conferências Ver e Ler, Ler e Ver com debate sobre a condição feminina em Portugal.

Num auditório, o da Reitoria da Universidade do Porto, grande para tão pouco público, Beatriz Pacheco Pereira, fundadora e organizadora do festival de cinema Fantasporto, professora e escritora, encerrou o ciclo de conferências Ver e Ler, Ler e Ver, organizado pelo Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns da Universidade do Porto (IRICUP).
O tema, As Mulheres na Literatura e no Cinema, foi abordado num discurso distante do académico, mais confessional e autobiográfico. Embora o panfleto prometesse uma palestra sobre o diálogo entre as artes plásticas e escritas, abordando o caso das mulheres que trabalham nestas áreas, Beatriz Pacheco Pereira preferiu falar dos obstáculos que uma mulher encontra no mundo das artes, particularmente no cinema, em Portugal.
Muitas vezes minimizada por ser irmã e mulher de duas figuras públicas, Beatriz assumiu frontalmente que em Portugal há desigualdade entre homens e mulheres, particularmente no mundo do cinema. «As mulheres não ganham dinheiro no cinema. Na literatura, na música, nas artes plásticas, é um pouco mais fácil conseguir-se reconhecimento», disse.
«É complicado ser mulher e ter opinião em Portugal»
O caso da comunicação social também mereceu a atenção da professora: «nas redacções dos jornais e das televisões vemos principalmente mulheres jovens. Contratam-nas porque gostam delas, porque são bonitas, não pela capacidade de trabalho ou pelo mérito. Quando se casam ou têm filhos, as mulheres saem de circulação, são substituídas. Não vemos mulheres com mais de 35 anos nas redacções».
Também na televisão, defendeu Beatriz Pacheco Pereira, as mulheres estão em desvantagem: «há comentadores homens, muito bem pagos, nas televisões. Mas não há mulheres. Em Portugal é uma coisa complicada ter-se opinião quando se é mulher».
No entanto, a professora admite que o principal problema da sociedade portuguesa é o da falta de reconhecimento do mérito. E isso afecta tanto os homens como as mulheres.
Novo livro em jeito de «vingança pessoal»
Assumindo-se como uma mulher do Porto, Beatriz prepara um livro sobre as personalidades femininas da cidade no início do século XXI. “É uma vingança pessoal”, explicou em jeito de brincadeira, “já que, aquando da Porto 2001, se fez um dicionário das figuras do Porto e, em 600 personalidades, apenas 33 eram mulheres”.
Em diálogo com o marido Mário Dorminsky, também ele organizador do Fantasporto, presente na plateia, Beatriz Pacheco Pereira recusou cair no discurso da vitimização, incentivando as mulheres a “terem voz, a produzirem mais, a serem menos modestas... todas essas coisas que fazem de nós seres passivos, muitas vezes”.
O público, apesar de escasso, deu novo colorido à discussão, debatendo e lançando questões relativas ao papel da mulher na sociedade e na cultura. De um tema tão complexo ficou apenas a certeza de que haveria assunto para mais conferências.
Livros com média de preços a rondar os 10 euros, sessões de autógrafos com autores conhecidos, eventos no exterior do Pavilhão Rosa Mota e espectáculos de stand up comedy fazem parte da estratégia da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) para atrair visitantes e compradores à 75ª edição da Feira do Livro do Porto. Insistindo na crise do sector livreiro, a APEL aproveitou a presença do presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, na inauguração do certame para pedir apoio às entidades oficiais.

Imagem: Diário de Notícias
«A feira do ano passado foi tão má que este ano só pode ser melhor», diz Francisco Madruga, da direcção da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL). As expectativas dos livreiros presentes no certame são baixas, até porque as verbas disponíveis são «diminutas». É que, se o país está em crise, o sector livreiro não é excepção.
A edição deste ano da Feira do Livro do Porto foi inaugurada ontem por Rui Rio, por João Paulo Correia, em representação do Governo Civil do Porto e por Francisco Madruga. O representante dos livreiros e editores diz que «75 anos a erguer esta feira com os meios disponíveis é um verdadeiro milagre», mas garante que, mesmo contando com «apoios reduzidos, a Feira do Livro do Porto continua o seu trabalho de promoção do livro e da leitura».
Aproveitando a presença do presidente da Câmara, Madruga queixou-se ainda «das várias obras em curso na cidade, que dificultam os acessos e o estacionamento», acrescentando que os livreiros sofrem as «consequências» da situação. Rui Rio defendeu-se, garantindo que «todas as obras estão a andar» e que «daqui a cinco ou seis anos a baixa do Porto não será nada do que está agora». Descartando-se das críticas da APEL, Rio "chutou a bola" para a ministra da Cultura, dizendo que «é mais nobre uma ministra da Cultura inaugurar comigo a Feira do Livro do que embargar uma obra que em nada prejudica os monumentos nacionais», referindo-se ao Túnel de Ceuta.
Ministra da Cultura ausente do certame
Segundo a APEL, Isabel Pires de Lima foi formalmente convidada a estar presente na inauguração do certame. A ministra não compareceu nem enviou um representante do ministério e, garante Francisco Madruga, não respondeu sequer ao convite da associação de editores e livreiros.
Polémicas à parte, a Feira do Livro do Porto decorre até 12 de Junho no Pavilhão Rosa Mota. 120 stands disponibilizam cerca de 70 mil títulos aos visitantes, além de um programa cultural variado, não se cingindo apenas aos livros.
Programa com novidades
António Costa, programador cultural da feira, refere a aposta na relação entre Autor, Livro e do Leitor para atrair visitantes ao Pavilhão Rosa Mota. Agustina Bessa-Luís (dia 7 de Junho, pelas 18:30 horas), Mário Cláudio e Frederico Lourenço (dia 11 de Junho, pelas 18:00 horas) são alguns dos escritores que estarão presentes para sessões de autógrafos e conversas com o público.
Tal como o MUITA LETRA já referiu, a homenagem a Óscar Lopes, a presença do Gato Fedorento e a leitura de poemas em autocarros dos STCP são outras das actividades a que o público pode aderir durante os 19 dias do certame. Para António Costa, «os fundos editoriais a preços convidativos fazem desta feira a maior livraria do Norte do País durante três semanas». Talvez por isso a APEL espere um total de 350 mil visitantes.
O vencedor do Prémio Daniel Faria, Rui Costa, apresenta o seu livro de estreia, A Nuvem Prateada das Pessoas Graves, a 21 de Maio, pelas 18:00 horas, na FNAC do NorteShopping.
Rui Costa em entrevista ao MUITA LETRA
125 editores distribuídos por 217 pavilhões vão estar a postos, a partir de 25 de Maio, para o arranque da 75ª edição da Feira do Livro de Lisboa. Até 13 de Junho, o Parque Eduardo VII recebe espectáculos de stand up comedy, debates e leituras públicas, entre outros. O destaque do programa elaborado por Paula Moura Pinheiro e Helena Vasconcelos vai, no entanto, para o assinalar de várias efemérides: os 650 anos da morte de Inês de Castro, os 400 anos da primeira edição do clássico de Cervantes Dom Quixote e os 200 anos da morte de Bocage.

O certame dá especial atenção aos jovens, com a participação, pelo primeiro ano, do Pelouro da Juventude da Câmara Municipal de Lisboa e de um Autocarro Multimédia da Juventude, que permitirá acesso gratuito à tecnologia UMTS 3G.
Estarão também disponíveis gratuitamente os títulos editados pelo Pelouro da Juventude de Lisboa, como o Guia do Jovem Turista, o Guia do Associativismo Juvenil, o Guia do Jovem Imigrante e a mais recente publicação, o Guia do Jovem com Deficiência.
Estão também agendadas as Conversas com Guião subordinadas aos temas Bocage, Cesário Verde, Poesia Hoje, D. Quixote, Diáspora da Cultura Portuguesa e Grandes Textos Matriciais: Ilíada e Odisseia. Haverá conferências sobre as Ondas de Choque do Terramoto de 1755, O Mito de Pedro e Inês, Einstein e o Ano Internacional da Física e Jean-Paul Sartre e Raymond Aron além de stand-up comedy com o Gato Fedorento e as Produções Fictícias.
Apresentação de autores e leituras públicas fazem também parte do programa do evento. O site da Feira do livro de Lisboa pode ser consultado aqui.
Com Óscar Lopes em destaque, a Feira do Livro do Porto abre as portas ao público na próxima quarta-feira e prolonga-se até 12 de Junho. Para além de uma homenagem ao ensaísta natural de Matosinhos, o certame expõe mais de 70 mil títulos a preços especiais.

O Pavilhão Rosa Mota vai albergar 120 stands de editoras distribuídos pelo inteiror do pavilhão e por uma tenda montada no exterior.
Depois de Agustina Bessa-Luís e Eugénio de Andrade terem sido homenageados em anteriores edições do certame, este ano é Óscar Lopes o nome escolhido pela Associação Portuguesa de Editores de Livreiros (APEL), que o considera «um dos mais prestigiados nomes da história da literatura em Portugal».
Do programa do evento constam encontros com escritores, a 3ª edição da Mostra de Ilustradores do Livro para a Infância e Juventude, uma Biblioteca Infantil e um Café Literário. A leitura de poesia e prosa a bordo de autocarros da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP) e nas carruagens e estações do Metro é a grande novidade deste ano.
A Feira do Livro do Porto pode ser visitada online aqui.
Criada há cinco anos por Ricardo Teixeira e Adriana Pereira, a Corpos Editora comemora hoje o aniversário no Parke, em Francelos, Vila Nova de Gaia, com doze horas seguidas de música, leitura de poesia e espectáculos audivisuais.

A encerrar o evento, forma-se o Cemitério das Memórias, para o qual todos os artistas da editora e não só são convidados a participar com um poema ou qualquer outra forma de arte. As contribuições serão guardadas numa "cápsula do tempo", a abrir quando a Corpos comemorar o décimo aniversário.
Programa
14H00: - Actuação musical de “Hugo Moss” (Palco)
15H00: - Actuação da Banda “The Jills” (Palco)
- Inauguração de Exposição de Pintura de Ana Pina (Tenda)
16H00: - Música e Poemas Sintomáticos de António Pinheiro (Palco)
- Performance Poética de Miguel Oliveira e Rita Cunha (Tenda)
16H30: - Lançamento do Livro de “Vislumbro de um sussurro breve”
Maximina Girão (Sala)
17H00: - Actuação da Banda “Human Cycle” (Palco)
17H30: - Lançamento da 2ª edição do livro “O Valete do Sétimo Naipe“ de
Daniel Maia-Pinto Rodrigues (Sala)
18H00: - Actuação dos “Deep” (Palco)
19H00: - “Expurgaçõo” Performance Poética de Aires Ferreira (Palco)
19H30: - Actuação dos “deubreka” (Dj Mr. Mute e VJ Zekan) (Palco)
21H30: - Performance Poética de Maria Beatriz (com participação de Actores e
Actrizes do TUP: Mariana Nina, Diana Enes, Inês Gregório, Isabel
Fragoso, Gonçalo Lourenço e actividades circences) ) (Palco)
- Inauguração do Poesia Fã Clube (Sala)
22H30: - Performance Audio Visual por Paulo Cruz (Palco)
- Inicio das Brotherhood Sessions (com os DJ´s Pedro Killer e Hugo
Guimarães) (Palco)
- Lançamento do Livro “Estrelas (de)Cadentes” de Cátia Rodrigues
(Sala)
- Lançamento do Livro “Lágrimas do Douro” de Sandra Cristina Costa
(Sala)
- Lançamento do Livro “Viagens num mundo imperfeito “ de Raquel
Queirós (Sala)
- Lançamento dos Singles de literatura (Vários autores) (Tenda)
23H30: - Lançamento do CD “à boca do amor” de Ex-Ricardo dePinho
Teixeira e Ironic Salazar (Palco)
01H00: - Cemitério das Memórias (Convite a todos artistas da editora e extra
editora para trazerem um poema, uma pintura, uma fotografia, uma
música ou qualquer forma de arte. A cápsula do tempo será aberta
daqui a 5 anos, quando a Corposeditora fizer uma década de
existência).
02H00: - Encerramento
Sobre a Corpos Editora no MUITA LETRA
A Universidade do Minho acolhe, até amanhã, as VII Jornadas do Conto, este ano intituladas Contos Nómadas. Acções de formação na universidade, contos na cidade, espectáculos e contos no autocarro são os eventos que os contadores de histórias portugueses e estrangeiros levam aos bracarenses.

Contos Nómadas é uma iniciativa que pretende levar a tradição oral de contar histórias aos habitantes de Braga e das vilas do Minho, reavivando os tempos em que os contadores de histórias eram nómadas que levavam de um lugar para outro as histórias que iam recolhendo.
Os contadores de histórias deslocam-se às escolas e viajam em autocarros de trajectos interurbanos para trocar histórias com os utentes. Esta noite, a encerrar o evento, decorre o Serão de Contos, com a presença de todos os contadores de histórias que participam no evento.

Foto: Correio da Manhã
«O romance é o único lugar no Mundo em que dois estranhos, o leitor e o escritor, se podem conhecer na mais profunda intimidade.»
Paul Auster, sexta-feira à noite, na Culturgest, em Lisboa
A Trofa recebe a partir de hoje e até 8 de Maio o I Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil. Ondjaki ou Alice Vieira são alguns dos autores presentes no certame, que conta com o Alto Patrocínio do Presidente da República e é inaugurado esta noite, com a apresentação de todos os países de língua oficial portuguesa representados na iniciativa.

Conforme foi noticiado há semanas pelo MUITA LETRA, a Trofa vai ser palco do I Encontro de autores lusófonos de literatura infanto-juvenil. À escritora portuguesa e ao angolano juntam-se Ana Maria Machado, do Brasil, Olinda Beja, de São Tomé e Príncipe, Luís Cardoso, de Timor Leste e José Luís Tavares, de Cabo Verde, para dar a conhecer a importância do livro infanto-juvenil na lusofonia.
Para além das conferências e lançamentos de livros, o evento conta ainda com espctáculos de teatro, música e dança e exposições de artesanato, fotografia, pintura e artes plásticas. A primeira edição destes encontros é patrocionada pela Presidência da República e a autarquia da Trofa prevê que se venham a realizar anualmente, já que assume como objectivo o fomento do gosto pela literatura de língua portuguesa entre os mais novos.
Consulte aqui o programa do evento
A associação, integrada na Fundação Dr. Luís de Araújo, elege como prioridade a divulgação e publicação de novos autores e garante que vai sobreviver sem recorrer a dinheiros públicos. O Clube Literário do Porto (CLP) inicia hoje a sua actividade com uma homenagem a Mário Cláudio.

Mário Cláudio é o primeiro homenageado pelo CLP
Foto: Jornal de Notícias
Augusto Morais, presidente do CLP, diz que esta associação «vem preencher uma lacuna no incentivo a jovens escritores» e anuncia a promoção do «livre debate de ideias» e de conferências com «nomes prestigiados da cultura».
O CLP assume-se contra a subsídio-dependência e afirma ter capacidade para realizar as actividades previstas sem «bater à porta de entidades oficiais ou privadas em busca de apoios».
Durante a homenagem de que é alvo, o escritor portuense Mário Cláudio recebe hoje, na sede da Fundação (Rua Nova da Alfândega, nº 22), às 21:30 horas, o Prémio Alberto Pimentel. O galardão é anual e distingue figuras de destaque da cidade invicta. No próximo ano, o vencedor do Prémio Pessoa vai, aliás, presidir ao júri do Prémio que hoje recebe.
José Rodrigues é o próximo autor homenageado pelo CLP, a 6 de Maio.
Até 8 de Maio a Praça da República em Coimbra vai encher-se de livros. 200 editoras e meia centena de expositores comercializam livros a preços mais baixos do que durante o resto do ano, e por isso, Mateus Barreirinhas, presidente da direcção da Arcádia - Associação para a Organização da Feira do Livro de Coimbra, espera que, apesar da «crise no sector», o certame atinja o número de visitantes de há dois anos, da ordem dos 70 mil.

Em declarações à Lusa, o presidente da Arcádia diz também que a Praça da República foi escolhida para acolher a Feira por ser um «local de excelência», pela grande frequência de estudantes e por se situar entre a Alta e a Baixa da cidade.
A funcionar numa tenda com dois mil metros quadrados, a Feira vai receber vários escritores, num programa que ainda está a ser definido e será anunciado no decorrer do evento pelas editoras participantes. O certame pode ser visitado todos os dias entre as 15:00 e as 23:00 horas, excepto às sextas e sábados, em que o encerramento é às 24:00 horas.
Na abertura da primeira edição do certame, hoje em Lisboa, Emílio Rui Vilar, presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, disse à Agência Lusa que a Feira do Livro da Gulbenkian vai alargar-se ao Porto e a Coimbra. Vilar confessa que ainda não foram encontrados os «lugares adequados», mas garante que o evento terá lugar nas duas cidades «ainda este ano».

Para o presidente da Fundação, é importante não «privar o público destas duas cidades desta oportunidade», por isso a Feira do Livro da Gulbenkian, cuja primeira edição foi hoje inaugurada, não vai passar ao lado de duas das maiores cidades portuguesas.
Em declarações à Lusa, Emílio Rui Vilar fez um balanço positivo do primeiro dia do certame, o que, na sua perspectiva, «contraria a ideia feita de que os portugueses lêem cada vez menos».
Ao todo, a Feira apresenta ao público 500 exemplares, - entre livros de arte, manuais universitários, clássicos da literatura e da filosofia, obras de ciência, catálogos e roteiros de exposições, cartazes e reproduções editados pela Calouste Gulbenkian - testemunho de quatro décadas de edições da Fundação. Os livros estão à venda a metade do preço, sendo que alguns exemplares podem mesmo ser adquiridos por um preço de capa inferior a 80 por cento do preço habitual.
Enquanto não chega a Coimbra e ao Porto, a Feira do Livro da Gulbenkian pode ser visitada até 8 de Maio, todos os dias entre as 12:00 e as 22:00 horas, na sede da Fundação.
Houve Um Tempo, Longe, antologia de textos de Luísa Dacosta, é apresentada hoje por José António Gomes, pelas 21:30 horas, no Auditório do Teatro Municipal de Vila Real. Será também inaugurada uma exposição de pintura de Chi Pardelinha, que revisita a carreira da escritora.

Imagem: O Primeiro de Janeiro
O evento inclui ainda um encontro entre Luísa Dacosta, natural de Vila Real, e estudantes da região.
Houve Um Tempo, Longe é uma antologia de textos da escritora entre 1955, ano da sua estreia literária, e 2004, organizada por José António Gomes que, em declarações ao jornal O Primeiro de Janeiro, explicou que «nesta antologia a escritora privilegia a sua relação com Vila Real, terra de grandes escritores, como Miguel Torga, Camilo Castelo Branco ou Trindade Coelho, sendo que chegou a altura de falar também de um grande nome da escrita contemporânea».
Para além de excertos de Na Água do Tempo e dos romance O Planeta Desconhecido e Romance da Que Fui Antes de Mim, o livro inclui prefácios e posfácios de livros infantis e um inédito, de 2004, escrito propositadamente para esta antologia.
Discretos Inimigos do Livro é o nome da exposição que, até 4 de Junho, está patente na Biblioteca Nacional. Os insectos que degradam os livros são as estrelas desta iniciativa, que procura, diz Otília dos Santos, responsável pela exposição, «alertar as pessoas para o facto de que os livros nem sempre são tão bonitos como os vêem nas exposições».

Livros infestados, exemplares de insectos, armadilhas para os capturar e instrumentos utilizados para controlar as pragas podem ser vistos na Biblioteca Municipal. Bichos como baratas, peixinhos de prata e piolhos são um verdadeiro pesadelo para os conservadores da Biblioteca Nacional: «as preocupações com a preservação do património documental da Biblioteca Nacional já vêm de longe», explica Otília dos Santos. Mas, felizmente para os livros, «hoje em dia estão a ser tomadas medidas sistemáticas de prevenção e não, tanto como dantes, medidas ocasionais sob pressão dos acontecimentos».
Na exposição Discretos Inimigos do Livro, que decorre até 4 de Junho, podem ainda ser vistos panfletos, fotografias e cartazes explicativos.
O Departamento de Estudos portugueses e Românicos da Faculdade de Letras do Porto (FLUP) vai comemorar o Dia Mundial do Livro com a leitura e apresentação de clássicos da literatura mundial. Memória do Mundo é já amanhã, na Biblioteca Almeida Garrett.

Dom Quixote (em ano de celebração em todo o mundo), Os Lusíadas e A Divina Comédia são os textos em destaque, amanhã, na Biblioteca Almeida Garrett.
O texto de Cervantes será apresentado às 10:00 horas, por Ana Martinez, num debate moderado por Eugénia Díaz. Cláudia Souto fará a leitura de Dom Quixote.
Os Lusíadas são apresentados por Albano Martins, com moderação de Vera Vouga, às 15:00 horas. O texto de Camões será lido por Rui Spranger.
Rui Spranger é também o reponsável pela leitura de A Divina Comédia, de Dante, após a apresentação do livro por Giuseppe Mea, moderada por Maria Luísa Malato, Às 15:00 horas.
A entrada é livre.
Pinto da Costa e Júlio Isidro vão estar em destaque no arranque do certame. A decorrer na Praça D. Maria II, a Feira do Livro de Vila Nova de Famalicão conta ainda com a Festa da Poesia e do Conto e com a promoção de autores famalicences.
O dirigente do Futebol Clube do Porto Jorge Nuno Pinto da Costa e o apresentador televisivo Júlio Isidro abrem a Feira com a apresentação dos respectivos livros, Largos Dias Têm Cem Anos (autobiografia) e É tudo Primos e Primas (infantil).
Até 1 de Maio, último dia do certame, as obras de Sophia de Mello Breyner e de Hans Christian Andersen vão estar em destaque na Festa da Poesia e do Conto.
Os 25 anos do Jornal de Letras, Artes e Ideias são assinalados a 30 de Abril, pelas 17:00 horas com a presença do director José Carlos Vasconcelos e do do escritor e poeta José Manuel Mendes.
Antes, a 23 de Abril, os escritores da terra vão estar em relevo na Noite dos Autores Famalicenses, em que serão apresentadas várias obras.
Segundo o site da Câmara Municipal de Famalicão editoras diversas ocuparão os stands para dar resposta ao gosto dos variados públicos.
Consulte aqui o programa do evento
A Póvoa do Varzim inicia hoje as comemorações do Dia Mundial do Livro, que se assinala no sábado. Ateliers de leitura, acções de formação destinadas a professores, educadores, animadores sócio-culturais, bibliotecários e técnicos de biblioteca são algumas das iniciativas que vão decorrer na Biblioteca Municipal.

O programa abre hoje com uma acção de formação sobre literatura infantil e com o espectáculo poético-musical Ainda não estavam inventadas as mãos, em que o conjunto Silêncio da Gaveta interpretará textos de Herberto Helder, Ramos Rosa ou Garcia Lorca.
Hoje e amanhã educadores, professores, animadores e bibliotecários podem assistir à acção de formação Dez Reis de Gente a E de Livros - A Literatura para a Infância, orientada por Sara Reis Lima, e que tem como objectivo promover a divulgação das novas tendências da literatura para os mais novos.
Dia 26 decorre o atelier de leitura A árvore livreira, destinado a alunos e professores do ensino básico, tendo em vista o desenvolvimento da expressão oral, escrita e corporal das crianças.
O pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão promove, em parceria com a Liga Portuguesa dos Direitos dos Animais (LPDA), o Centro de Estudos e Actividades Ambientais (CEAB) e o Grupo Ideias Soltas, uma sessão de poesia dedicada aos animais. Faro para a Poesia decorre amanhã e tem como objectivo sensibilizar as pessoas para a adopção de um animal sem dono.

A sessão de poesia vai ter lugar no Abrigo Municipal, onde estão albergados os animais abandonados. A animar a sessão, o Grupo Ideias Soltas recita poesia e CEAB faz pinturas faciais nas crianças. A ideia é sensibilizar os mais novos, e através deles os adultos, para a adopção e o não abandono de animais. A literatura, aqui, é o mote para uma acção de responsabilidade social.
A segunda edição do ciclo Poesia em Linha tem início marcado para 16 de Abril. Num percurso de cerca de uma hora e meia pela marginal do rio Douro, a bordo de um carro eléctrico, o público pode assistir à interpretação por actores de textos de poetas portugueses. Este evento é uma inicitiva conjunta da Fundação Eugénio de Andrade e do Museu do Carro Eléctrico da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto, SA (STCP).

O Douro é o cenário desta viagem com a poesia
João Paulo Costa e Claudia Silva são os actores que vão dar voz à obra de Eugénio de Andrade, Carlos de Oliveira, Fernando Assis Pacheco, Ruy Belo, Alberto Caeiro, Sophia de Mello Breyner ou Vasco Graça Moura, numa selecção de poemas feita por Rui Lage.
Haverá três sessões de Poesia em Linha, uma em cada sábado entre 16 e 30 de Abril, pelas 16:00 horas, com partida da sede da Fundação Eugénio de Andrade. Os bilhetes podem ser adquiridos ou resrevados no Museu do Carro Eléctrico ou na Fundação e custam 8 euros.
Até Dezembro, a Fundação para o Desenvolvimento Social do Porto vai recolher contos tradicionais portugueses e de comunidades imigrantes. Os textos recolhidos serão encenados por Mário Moutinho, com o objectivo de promover a diversidade cultural.

Evento tem hoje início no Rivoli
Esta iniciativa tem lugar todas as quartas-feiras de cada mês, pelas 22:00 horas, no Café Concerto do Rivoli Teatro Municipal, nos cafés Majestic e Guarany e na FNAC. Hoje, para dar o pontapé de saída, o texto escolhido foi Revelação, de Miguel Torga, que vai ser encenado no Rivoli.
Começou ontem o III Encontro de Literatura e Cultura no Espaço Ibérico, na Universidade da Beira Interior. O evento, em que se discute a literatura, a cultura e o ensino de línguas no contexto peninsular, junta linguistas e escritores dos dois lados da fronteira até dia 6 de Abril.
Os escritores Mafalda Ivo Cruz, José María Merino, Ana Luísa Amaral, Antonio Sánchez Zamarreño, José Luis Puerto, Manuel Gusmão, Santos Jiménez, Carmen Beltrán Falces, José Ángel Berruco, José Mário Silva, Martín López-Vega e valter hugo mãe reúnem-se na UBI numa das mais importantes iniciativas no contexto cultural ibérico. Linguistas de várias universidades portuguesas e espanholas tembém marcam presença.
O evento inclui a inauguração de uma exposição dedicada ao poeta sevilhano Luis Cernuda, organizada pelo Instituto cervantes, que vai estar patente até 26 de Abril no Museu dos Lanifícios da Universidade da Beira Interior, na Covilhã.
A Feira do Livro de Braga começou esta sexta-feira e pelo Parque de Exposições da cidade vão passar, até 17 de Abril, alguns dos principais protagonistas da literatura portuguesa. Este ano a Feira não conta com a presença de José Saramago, como é habitual, mas apresenta 230 expositores, naquele que é o maior certame de sempre.

Segundo Jorge Cruz, administrador do Parque de Exposições de Braga, o evento cresceu 20% em relação ao ano passado. Os 230 expositores presentes no Parque desde 1 de Abril, dos quais 30 são estrangeiros, ocupam o dobro da área do certame anterior e a Câmara Municipal, em parceria com mecenas, concede ao evento um orçamento de 120 mil euros.
A organização espera que o público responda a este esforço de crescimento e estima que, pelo espaço da Feira, passem 50 mil pessoas.
Mas José Manuel Mendes, responsável pelo programa da Feira, diz que há uma «acentuada e inaceitável assimetria de tratamento entre a Feira do Livro de Braga e as suas congéneres de Lisboa e do Porto», e acusa o anterior Governo de cortar «um subsídio indispensável e justo» ao certame de Braga.
O O Instituto Português do Livro e das Bibliotecas (IPLB), por seu turno, rejeita as acusações, já que, diz Rui Pereira, director do Instituto, «o IPLB não dá um cêntimo nem à Feira do Livro de Lisboa nem à do Porto nem a qualquer outra feira do país».
Polémicas à partem, o cartaz da Feira do Livro de Braga está recheado de nomes grandes da literatura portuguesa, como Frederico Lourenço, Mário de Carvalho, Nuno Júdice ou José Luis Peixoto. O Nobel português, ao contrário do que é habitual, não passará por Braga.
Destaque-se também a forte presença de jornalistas como José Rodrigues dos Santos (que apresenta o seu mais recente romance, A Filha do Capitão), Adelino Gomes, Maria Augusta Silva e Ana Sousa Dias.
Consulte aqui o programa da Feira
De 30 de Abril a 8 de Maio a Trofa junta autores tão amados dos mais novos como Alice Vieira ou o angolano Ondjaki. No I Encontro Lusófono de Literatura Infanto-Juvenil, representantes de oito países da lusofonia falam de como é escrever para jovens e adolescentes.

Alice Vieira: a escritora encantou gerações de leitores
Olinda Beja, de São Tomé e Príncipe, e a brasileira Ana Maria Machado, vencedora do Prémio Hans Christian Andersen (o Nobel da literatura infanto-juvenil) são outras das presenças garantidas na primeira edição deste Encontro.
A juntar às exposições, concertos, artesanato, fotografia e artes plásticas, há colóquios subordinados a diversos temas. Assim, a 5 de Maio, os escritores falam das suas experiências em Eu, autor, me confesso. No dia seguinte, é a vez de se discutir a unidade, diversidade e os diálogos da literatura infantil lusófona.
Dia 7 estão em debate os mitos, crenças e fábulas na literatura infanto-juvenil.
Este evento conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República e está previsto que venha a realizar-se anualmente. A 30 de Abril, quando se inauguram os Encontros, está também programada a abertura da V Feira do Livro de Trofa.
As Invenções do Olhar começam hoje em Serralves, com Gémeos, de Mário Cláudio, como ponto de partida. O vencedor do Prémio Pessoa vai orientar este cíclo dedicado ao diálogo entre a literatura e as artes visuais, que decorre até 14 de Junho.

A O Comércio do Porto, Mário Cláudio explica que as doze sessões deste curso servirão para debater «com os alunos sobre as diversas relações que existentes entre as obras literárias escolhidas e as artes visuais», sejam elas pintura, escultura ou cinema. Para o escritor, será «interessante e aliciante para os "membros do clube" estarem em contacto com várias formas de expressão».
Gémeos, o mais recente romance de Cláudio, é o primeiro livro a ser analisado, mas o painel guardado para as próximas sessões é variado e abrange várias épocas e correntes literárias.
O Cristo de Velásquez, de Miguel de Unamuno, é a obra em debate na próxima semana. Rilke, Gertrude Stein, Jorge de Sena ou Marguerite Yorcenar são alguns dos autores cujas obras farão a ponte entre a escrita e as artes visuais.
Todas as terças-feiras entre as 19:00 e as 20:30 horas, até 14 de Junho, este Clube de Leitura reúne na Casa de Serralves.
Consulte aqui o programa
A presença da língua portuguesa no mundo ou o uso de estrangeirismos são alguns dos temas em debate no seminário A Língua Portuguesa no Mundo da Lusofonia, que começa hoje no Rio de Janeiro.

Até 1 de Abril o Liceu Literário Português, no centro do Rio de Janeiro, é palco das problemáticas ligadas à lingua portuguesa. Para discuti-las estarão presentes especialistas de nove nacionalidades.
Está também prevista uma homenagem ao linguista e filólogo Joaquim Matoso Câmara Jr., cujo centenário do nascimento se comemora este ano.
O centenário da morte de Júlio Verne é assinalado amanhã, mas o Museu Nacional da Imprensa, no Porto, antecipa-se com a inauguração da exposição Júlio Verne na Imprensa Portuguesa. Revistas, livros e primeiras edições da obra do geógrafo da fantasia podem ser vistas a partir das 15:00 horas de hoje.

A exposição pretende ilustrar os momentos mais importantes da vida e obra do autor de Vinte Mil Légua Submarinas com meia centena de publicações nacionais e estrangeiras de imprensa e primeiras edições dos livros de Verne.
Expostos estarão, por exemplo, um original com capa dura colorida da primeira edição de Vinte Mil Léguas Submarinas ou A Volta ao Mundo em Oitenta Dias.
Júlio Verne nasceu em Nantes, na França, em Janeiro de 1828 e morreu a 24 de Março de 1905. Na sua obra, conjuga o gosto pelas viagens e pelas máquinas, tornando-se no precursor da ficção científica.
Oficilamente, o Dia Mundial da Poesia é comemorado amanhã, mas são várias as tertúlias, sessões de declamação, exposições e recitais que já estão a decorrer. O MUITA LETRA mostra-lhe o mapa dos eventos no norte do país.

Hoje, a partir das 23:00 horas, pode juntar Poesia com Chá no Mia Café, em Famalicão. O evento prolonga-se até amanhã, com o apoio da autarquia.
Em São João da Madeira, há Poesia à Mesa desde quinta-feira. A exposição Arte sob Poesia é acompanhada por recitais e Árvores Poéticas, que comemoram em simultâneo o Dia Mundial da Poesia e o Dia da Árvore.
As árvores estão também a ser conjugadas com a poesia em Matosinhos, onde 70 árvores serão plantadas, respeitando a estrutura de um soneto. É o Soneto Ecológico, projecto de Fernando Aguiar que envolve 140 pessoas. O soneto pode ser acompanhado durante o dia de hoje.
Em Santo Tirso o destaque vai para o poeta e artista plástico Artur Cruzeiro Seixas, identificado com o movimento surrealista português. O Museu Abade Pedrosa apresenta amanhã, a partir das 14:30 horas uma exposição em que podem ser vistos desenhos, colagens e pinturas que o autor realizou entre as décadas de 40 e 80. Em simultâneo será lançado o terceiro volume da sua Obra Poética.
Alberto Serra, membro da organização, diz que as 24 horas de Surrealismo pretendem «trazer para a rua a notável herança estética do surrealismo». Manuel António Pina, Rosa Alice Branco ou valter hugo mãe vão também estar presentes.
O Surrealismo é também a escolha do bar Labirintho, na Boavista, com o projecto literário Musa ao Espelho a dedicar àquela corrente estética a sessão poética de amanhã.
De Gondomar parte hoje um autocarro com destino a Moimenta da Beira, terra natal do poeta Luís Veiga Leitão. A homenagem partiu da editora e insere-se na Festa da Poesia, que se prolonga durante o mês de Março em Gondomar. Entretanto, um Autocarro Poético vai percorrer as ruas da cidade, onde se realiza também a Feira da Poesia, onde os livros podem ser adquiridos com 20% de desconto.
Por fim, o Museu da Imprensa, no Porto, apresenta a exposição Poesia em Vinil, com a mostra de 150 LP e 45 rotações de autores nacionais e estrangeiros.
O curso de sensibilização para a leitura que a Universidade do Porto está a realizar tem mais uma sessão marcada para amanhã, às 18:00 horas. Distância Mínima: Ver e Ler, Ler e Ver procura aproximar as artes visuais e plásticas e a escrita através do trabalho de artistas que comprovam a reciprocidade dos campos.

A iniciativa partiu do Instituto de Recursos e Iniciativas Comuns da Universidade do Porto e conta com o apoio da Editora Civilização. Na sessão de amanhã, a terceira do curso, a leitura, por António Durães, de um conto de Rubem A. dá o mote aos comentários de Dália Dias.
A sessão tem lugar na Auditório da Reitoria da Universidade do Porto e a duração de uma hora, com direito a estacionamento gratuito no parque da Reitoria. No final, os participantes terão direito a um certificado.
A próxima sessão do curso está agendada para 21 de Abril e conta com a participação de Pedro Tamen e Rosa Alice Branco. A 19 de Maio é a vez de Mário Cesariny, Bernardo Pinto de Almeida e António Durães unirem as artes e as letra. A última sessão de
Distância Mínima: Ver e Ler, Ler e Ver tem lugar a 16 de Junho e, por enquanto, está confirmada a presença de Beatriz Pacheco Pereira.
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Desde Fevereiro que A Poesia está na Rua em Santo Tirso. Em Março, o programa incluí lançamento de livros, saraus poéticos e projecção de documentários. A inciativa mais abrangente é, no entanto, a recolha de poemas originais junto da população para a elaboração de um Livro Gigante.

Deste projecto constarão as participações poéticas da população tirsense. Até ao Dia Mundial da Poesia, a 21 de Março o Livro Gigante passará por juntas de freguesia, escolas, associações e outros organismos do concelho para recolher os poemas de quem quiser participar, depois do que ficará exposto no átrio da Câmara Municipal.
Para além desta iniciativa, que procura promover a leitura e a criação literária junto da poluação, a Câmara Municipal de santo Tirso proporciona outros eventos durante este mês.
Consulte aqui o programa do evento
As primeiras e as terceiras terças-feiras de cada mês vão ser de poesia e música em Famalicão. Até Setembro, pelas 21:00 horas, vários espaços do concelho acolhem a Festa da Poesia e do Conto, que conta com declamação de poesia, leitura de contos, música e debates.

Mário Cesariny, um dos artistas celebrados
A Festa da Poesia e do Conto, organizada pela Câmara de Famalicão, vai evocar a vida e obra de escritores como José Régio, Cesário Verde, Pablo Neruda, Mário Cesariny, Álvaro Campos, Miguel Torga ou António Lobo Antunes.
A leitura de poemas e contos originais e a música ao vivo são outros dos pratos fortes do evento. O cinema e a actualidade política, entre outros assuntos, não ficam de fora, já que o intervalo dos espectáculos dará lugar ao debate e à reflexão.
A próxima sessão da Festa realiza-se a 15 de Março, no Mia Café, à Rua Dr. Francisco Alves.
A literatura acontece no Porto.

- Dia 2: Shakespeare no Século XXI, laboratório de escrita criativa, Escola Secundária 3 Garcia de Orta, 20h00 - 23h00.
- Dia 3: Apresentação de O Silêncio das Carpideiras, de Miguel Miranda, pelas 21:30 h na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
- Dia 7: Qual é a Mensagem?, atelier infantil, interpretação e leitura de textos medievais, Casa do Infante - Arquivo Histórico.
- Dia 11: Os Encantadores de Palavras - Palavras à Solta, poesia de diversos autores sobre o tema "Os gatos", Casa da Cultura de Paranhos, 21h30.
- Dia 16: Virginia Woolf e Bloomsbury, Centenário do Grupo de Bloomsbury e da Carreira Literária de Virginia Woolf, Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Inscrições aqui.
- Entre 7 e 24 de Março: exposição alusiva ao Centenário do Grupo de Bloomsbury e da Carreira Literária de Virginia Woolf, Biblioteca da Faculdade de Letras da U.P
- Dia 19: Herbário da Poesia, atelier infantil, construção em família de um herbário com poesia, jardins do Palácio de Cristal, 10h30 - 12h30.
- Dia 22: O Clube das Chaves no Trilho Dourado, atelier infantil, pedipaper em torno do livro, programa familiar, participantes entre os 8 e os 12 anos acompanhados por um adulto.
Para mais informações consulte a Agenda do Porto.
A Fnac do Norteshopping, em Matosinhos, acolhe amanhã o encontro entre o escritor chileno Luís Sepúlveda e o cubano Leonardo Padura. Durante o evento, que está previsto para as 17:00 horas, será também apresentado O Romance da Minha Vida, a mais recente obra do escritor cubano.


Quarta-feira é a vez dos lisboetas entrarem em contacto com Sepúlveda, que estará na livraria do El Corte Inglés, pelas 18:30 horas.

O Romance da Minha Vida, editado em Portugal pela Asa, é, segundo Leonardo Padura, o seu «romace mais ambicioso». A História e a consciência nacional cubana são as chaves deste livro em que o percurso de personagens de épocas distintas da vida de Cuba se cruzam para denunciar a instabilidade política e os exílios do país.
Veja aqui os eventos literários que o Porto acolhe este mês.

- Dia 5: Concurso de Máscaras com Livros, desfile de máscaras baseadas em personagens literários. Para crianças, na Biblioteca Municipal Almeida Garrett. Às 16:00 horas.
- Dias 10, 12 e 13: Sócrates, Sociedade e a Controvérsia Com o Código de Da Vinci, seminário sobre a controvérsia causada pela obra de Dan Brown, no Edifício ECM. Dia 10 às 21:30 horas, dias 12 e 13 às 16:00 horas.
- Dia 11: Os Encantadores de Palavras - Palavras à Solta, palavras e poesia de David Mourão Ferreira, por Amílcar Mendes, Filomena Martins, Carlos Andrade. Casa da Cultura de Paranhos, às 21:30 horas.
- Dia 14: Oficina de Poesia: Poesia Ia Ia, atelier infantil de escrita, leitura e desenho. No Teatro do Campo Alegre, entre as 17h00-19h30, todas as segundas e terça-feiras, até 8 de Abril.
- Dia 24: Apresentação do Livro Tebas, de Jorge Angel Livraga. Na Nova Acrópole, pelas 21:30 horas.
Para mais informações, consulte a Agenda do Porto
A peça de Eric-Emmanuel Schmitt está em exibição no Teatro do Campo Alegre, no Porto. A luta de dois homens pelo amor de uma mulher é motivo de reflexão sobre literatura, amor e sexo.
Fonte: Agenda do Porto

Um escritor isolado numa ilha, onde escreve cartas à mulher amada, é surpreendido pela visita de um jornalista. Assim começa o diálogo entre os dois personagens da peça que o francês Eric-Emmanuel Schmitt escreveu entre 1996 e 1997.
A peça chega agora ao Porto pela mão da Seiva Trupe. Júlio Cardoso e António Reis interpretam, sendo o último responsável pela encenação. Variações Enigmáticas pode ser vista no Teatro do Campo Alegre até 12 de Dezembro.
As Obras Completas de William Shakespeare em 97 Minutos é uma comédia que põe em palco 37 obras do dramaturgo inglês...em apenas 97 minutos. O Coliseu do Porto recebe a peça esta sexta-feira.
Fonte: Agenda do Porto

Os norte-americanos Adam Long, Jesse Borgeson e Daniel Singer são os autores desta colectânea de textos de Shakespeare. Em Portugal, a direcção da peça é de Juvenal Garcês e os actores são Manuel Mendes, João Carracedo e Simão Rubim. A encenação é da Companhia Teatral do Chiado.
Em cena desde 1996, a peça já conta com mais de 117 mil espectadores em Portugal.
Maria Augusta Silva, jornalista do Diário de Notícias, lança em livro uma compilação de entrevistas e poemas inéditos de alguns dos maiores nomes da poesia actual. Poetas Visitados é apresentado esta noite, a partir das 21 horas, na Biblioteca Almeida Garrett, no Porto.
Fonte: Editora Caixotim

Aguarelas de João Alfaro ilustram o livro
«É urgente sentir estas reflexões e estes poetas, porque isso é olhar o mundo no seu todo. A voz dos poetas é a que mais nos leva para fora de nós», diz a autora desta compilação, ao mesmo tempo obra de arte e documento.
Os autores "visitados" por Maria Augusta Silva são de Albano Martins, Ana Luísa Amaral, António Osório, António Ramos Rosa, Armando Pinheiro, Casimiro de Brito, Cruzeiro Seixas,E. M. de Melo e Castro, Gastão Cruz, João Rui de Sousa, Joaquim Pessoa, José Manuel Mendes, Manuel Alegre, Manuel António Pina, Teresa Rita Lopes e António Gedeão.

Para além de poemas inéditos e entrevistas (seis das quais nunca antes publicadas), Poetas Visitados, publicado pela editora Caixotim, conta ainda com ilustrações de João Alfaro e retratos dos poetas entrevistados.
A apresentação desta noite, no Porto, é de Salvato Trigo. Dia 23 é a vez de Mário Bettencourt Resendes dar a conhecer, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, esta colectânea de poemas e entrevistas.
António Ramos Rosa no MUITA LETRA
A Tertúlia Policiária do Norte apresenta durante o dia de hoje e amanhã, no Pequeno Auditório do Fórum da Maia, 3.º Colóquio Nacional sobre Literatura Policial e o 1º Colóquio dobre Problemística Policiária em Portugal. Este ano, os 75 de vida de Tintin, o célebre personagem de banda desenhada, estão em destaque.
Fonte: Jornal de Notícias

É precisamente o jornalista criado por Hergé que hoje, às 15 horas, abre o Colóquio. A Biblioteca Municipal da Maia acolhe também a exposição Uma Evocação de Tintin.
Amanhã é a vez da literatura policial ser debatida no Colóquio de Problemística Policiária, que se inicia às 10 horas.
Esta é a terceira edição do Colóquio Sobre Literatura Policial. Na edição enterior, em que o MUITA LETRA esteve presente, o destaque foi para George Simenon.
Portugal começa aos poucos a redimir-se da indiferença com que foi recebida a notícia da morte de Sophia de Mello Breyner Andresen. Era isso ou a final do Euro 2004, não havia coração que chegasse para as duas emoções e o futebol ganhou.
Desta vez, o Oceanário de Lisboa homenageia a poetisa, dando o seu nome a uma das principais salas e hospedando uma exposição de poemas retirados da antologia Mar.
Fonte: Oceanário

A exposição é inaugurada dia 15 deste mês, ao mesmo tempo que é apresentada uma versão revista e aumentada por Maria Andresen de Sousa Tavares da antologia Mar. O posfácio, de Francisco Sousa Tavares, consiste na recuperação de um texto que aquele que viria a ser o marido da poetisa escreveu em 1944 para o seu livro de estreia, Poesia
Esta edição de Mar conta com 130 poemas, incluindo três (Mar, Gráfico e O Sol o Muro o Mar) parcialmente inéditos, uma vez que nunca tinham sido publicados na sua totalidade.
Após a atribuição em 2003 do XII Prémio Rainha Sofia à poetisa nortenha, a Caminho, sua editora, iniciou a reedição por volumes da sua obra completa. Mas, completa esta reedição, a Caminho tenciona publicar em 2005, num único volume, toda a obra de Sophia.
Roteiro de eventos literários portuenses actualizado mês a mês.
As Guerras na Literatura Infantil e Juvenil são o tema dos 10º Encontros Luso-Galaico-Francófonos do livro infantil e Juvenil, que decorrem entre os dias 10 e 12 deste mês. Os encontros terão lugar na Biblioteca Municipal Almeida Garrett e as inscrições devem fazer-se previamente.
Também na Biblioteca Almeida Garrett, a comunidade de leitores orientada por Artur Jorge Silva, reúne-se até dia 2 de Dezembro para debater três obras: Pedro Páramo (Juan Rulfo), Henrique IV - Parte I (William Shakespeare) e Memórias de um Anão Gnóstico (David Madsen).
Maria do Rosário Pedreira trará às Quintas de Poesia no Teatro do Campo Alegre poemas da sua autoria, com a participação de diseurs e músicos. Dia 18 de Novembro, às 22:00h, O Vento Ainda Assobia no Meu Quarto.
Alguns aspectos do universo poético de Sophia de Mello Breyner Andresen são transmitidos aos mais novos e a educadores e professores do 1º e 2º cíclo no seminário O Fascínio das Palavras, a decorrer dia 19 na Biblioteca Municipal Almeida Garrett.
A livraria Poetria, no Porto, está a organizar cursos de poesia e teatro para os mais novos. Dina Ferreira, sócia da livraria especializada nestes temas, explica que a ideia «não é ensinar a escrever poesia ou teatro, mas sim sensibilizar os jovens para estas vertentes da arte».
Por: Andreia C. Faria e Tatiana Palhares

Dina Ferreira, responsável pela Poetria
Os cursos destinam-se a jovens entre os 10 e os 14 anos e tem a duração de um ano lectivo. Durante duas horas semanais, o objectivo é sensibilizar e criar um público com espírito crítico para estas duas vertentes artísticas.
O programa destas aulas foca sobretudo autores portugueses e explora as características mais significativas da poesia, tais como a musicalidade, e do teatro como a experimentação, a interpretação e a crítica. Dina Ferreira diz que o importante é «quebrar barreira, apostando numa forma diferente de apresentar a poesia e o teatro aos mais novos».
A coordenação do workshop está a cargo de João Carlos Lobo Xavier (teatro) e João Negreiro (poesia), ambos actores. A oficina de poesia tem lugar no espaço da livraria Poetria enquanto o teatro se explora na livraria Garfo & Letras.
Os cursos arrancam quando o número de inscrições for suficiente. A frequência faz-se mediante o pagamento de 100 euros e as inscrições realizam-se na livraria Poetria (em frente ao teatro Carlos Alberto, no Porto).
Mil livros a um euro cada, foi esta a forma escolhida pela editora Arca das Letras para comemorar o seu primeiro aniversário.

Até 30 de Novembro, esta mega feira do livro vai ser dinamizada com "jantares poéticos", em que actores conhecidos do grande público darão voz a poetas como Pedro Homem de Mello ou Miguel Torga.
Para além de livros a baixo preço, os visitantes podem também encontrar raras como Os Novos Poemas de Deus e do Diabo, de José Régio (edição comemorativa dos 25 anos da morte do poeta) ou a Nova Gramática do Português Contemporâneo, de Celso Cunha e Lindley Cintra.
O Jardim Botânico do Porto foi o palco de um cíclo de conferências sobre a relação entre a paisagem e a literatura. Sophia de Mello Breyner Andresen e Eça de Queiroz foram o o pretexto para a conversa, promovida pela Associação Portuguesa de Ecologia da Paisagem e a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto.

O cíclo de conferências tem como objectivo explorar a relação da paisagem e a sua interacção com o espaço mental humano na obra dos dois autores.
Maria de Sousa Tavares, filha da poetisa recentemente falecida, lembrou que «a poesia de Sophia vive em diálogo com as sucessivas paisagens da sua vida, as encontradas e as construídas. A paisagem é a grande matéria da sua obra.»
A Feira do Livro da Amadora decorre até dia 5 de Outubro, no Parque Delfim Guimarães. A Câmara Municipal garante que 80% das editoras portuguesas estarão representadas nos 38 pavilhões.

Promoções e novidades editoriais são os grandes atractivos desta edição da Feira do Livro da Amadora. Depois da fraca adesão do público às Feiras de Lisboa e Porto, as expectativas dos organizadores não deverão estar em alta.
Arrancou ontem a 74ª edição da Feira do Livro de Lisboa, com a presença do Ministro da Cultura, Pedro Roseta.
No Porto, e sem “benção” oficial, o evento iniciou-se uns dias antes. Este ano, os livros prometem brincar às escondidas com os visitantes do Pavilhão Rosa Mota.

A sul...
No parque Eduardo VII, a Europa será o mote para um debate que se prolongará durante todo o evento, com a presença de nomes sonantes da política nacional, como Francisco Louçã ou Pacheco Pereira.
Para além de Europa é Conhecimento, outras iniciativas como teatro, leituras ou espectáculos musicais vão ser oferecidas ao público.
A Feira do Livro é organizada em parceria pela Câmara Municipal de Lisboa, pela Associação Portuguesa de Livreiros (APEL) e pela União dos Editores (UEP).
O evento conta com a participação de 124 editoras e milhares de livros e pode ser visitado até dia 6 de Junho, no topo norte do Parque Eduardo VII.
...ou mais a norte.
Para além da homenagem a Eugénio de Andrade, a Feira do Livro do Porto organiza sessões de bookcrossing e procura aliciar o público com algumas brincadeiras. Todos os dias, dois livros - 100 livros durante todo o evento - vão ser escondidos no Pavilhão e em diferentes zonas da cidade.
No espaço da Feira e nas ruas do Porto vão estar também disponíveis as pistas a seguir pelos caça-livros.
A Guidinha das Feiras
Nazarenas e Matrioskas é a nova proposta editorial de Margarida Rebelo Pinto, a ser apresentada durante esta edição da Feira do Livro de Lisboa.
Aquele que promete ser mais um best-seller nacional da – porventura – mais apreciada escritora portuguesa vai ser lançado a 27 deste mês, pelas 21:00 horas, com a colaboração do psiquiatra Daniel Sampaio.
Nazarenas e Matrioskas vai ser editado pela Oficina do Livro.
Feira do Livro do Porto no MUITA LETRA
Eugénio de Andrade no MUITA LETRA
Margarida Rebelo Pinto no MUITA LETRA
A Onda Poética, iniciada esta segunda-feira no Casino Estoril, é dedicada a Eugénio de Andrade. Durante alguns meses, os primeiros dias de cada semana serão dedicados a vários outros poetas.

Nomes como o de Ricardo Reis, Vinícius de Morais, Edgar Carneiro ou Pablo Neruda também serão evocados durante as noites dedicadas à poesia.
A Onda Poética tem entrada livre e abre as portas às 21:30 horas. A música fica a cargo de Gisela Silva.
Eugénio Andrade no MUITA LETRA
A Feira do Livro do Porto realiza-se este ano entre 19 de Maio e 10 de Junho e, como é tradição, no Pavilhão Rosa Mota.
Esta edição da Feira tem como mote a homenagem a Eugénio de Andrade, com leitura de poemas, debates, exposições de pintura e outras referâncias à obra do poeta.

O programa desta 74ª Feira do Livro do Porto só será divulgado na 5ª feira, mas o horário já é conhecido: de segunda a sexta a Feira abre as portas pelas 16:00 horas e aos sábados, domingos e feriados às 15:00 horas.
Eugénio de Andrade no MUITA LETRA
Iniciou-se na passada quinta feira e prolonga-se até 9 de Maio. É a Feira do Livro de Coimbra, onde 250 editoras nacionais e estrangeiras, distribuídas por 53 expositores, vão tentar cativar os visitantes.

A Feira decorre numa tenda instalada na Rua Engenheiro Jorge Anjinho.
Diariamente, entre as 15:00h e as 23:00h, e às sextas-feiras e sábados até às 24:00h, a Feira do Livro de Coimbra espera contar com um total de 80 mil visitantes.
A Corpos Editora vai preencher o mês de Março com o lançamento de novos poetas.
A 19 de Março é a vez de Ou a Exacta Definição do Amor, de Ricardo Simães, de Metro, de Alberto Lóio e de Fadas e Assassinos, de Andreia Faria. O evento decorre no Café das Artes do Teatro do Campo Alegre, às 22:30h.
A 20 de Março, às 22:30h, Rute Almeida apresenta Assassinos no Contagiarte. Dia 26 é a vez de Aipho...Um Ribeiro, Uma Cruz, de Germano Nunes, no Batô, em Leça da Palmeira.
Já em Abril, dia 3, Tiago Ferreira lança ... E a Chorar Disse que Não, no Púcaros Bar, em Miragaia.
O Museu do Carro Eléctrico, a Sociedade dos Transportes colectivos do Porto e a Fundação Eugénio de Andrade organizam viagens de eléctrico pela cidade, com a companhia irrecusável dos textos de alguns dos maiores poetas portugueses.
Fernando Pessoa, Ruy Belo, Eugénio de Andrade e Mário de Sá Carneiro são alguns dos poetas que, pela boca dos actores Cláudia Silva e João Paulo Costa, vão acompanhar os viajantes pela cidade do Porto.
A iniciativa dá pelo nome de Poesia em Linha e decorre até dia 3 de Abril. Hoje, a partida está marcada para as 17:00h, na Fundação Eugénio de Andrade e a chegada para as 18:30h, junto à Igreja de S. Francisco.
Eugénio de Andrade no MUITA LETRA
A Festa dos Livros em Saldo decorre até Março no Mercado da Ribeira, em Lisboa. Milhares de títulos e mais de uma centena de editoras vão estar representadas.
A oferta é grande e os preços são para todas as carteiras.
Depois dos saldos do livro no Mercado Ferreira Borges, no Porto, é a vez de Lisboa abrir o livro ao público com a Festa dos Livros em Saldo, que vai decorrer até Março no Mercado da Ribeira.
Os editores prometem disponibilizar raridades e edições antigas, juntamente com as últimas novidades literárias.
Os preços dos livros variam entre os 2.50 euros e os 10 euros.
A Festa dos Livros em Saldo pode ser visitada de segunda a quinta-feira e domingo das 10:00 às 22:00 horas. Às sextas e sábados o horário alarga-se até às 00:00h.
Luís Herique Pereira apresenta esta tarde no popular café portuense o seu primeiro livro, Carpe Diem, Castro Henriques.
A publicação desta obra de ficção literária está a cargo da Editorial 100.
Luís Henrique Pereira é jornalista da RTP e esta obra marca a sua estreia como escritor.
A Culturgest incia este sábado o ciclo Literatura, Música & Cinema.

Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust, é o mote para o primeiro debate que a Culturgest vai desenvolver no âmbito desta iniciativa.
Vão ser projectados filmes de época relacionados com o livro de Proust; o escritor António Mega Ferreira vai ler excertos da obra e o músico Filipe Pinto Ribeiro vai interpretar peças de Debussy.
A sessão tem início marcado para as 21:30h de 31 de Janeiro. Os eventos decorrem todos os sábados, até 24 de Abril, no Pequeno Auditório da Culturgest.
Preços baixos e grande variedade de escolha fazem o convite para o Grande Mercado do Livro, no Mercado Ferreira Borges.

Mais de 100 mil livros, uma centena de editoras e cinco alfarrabistas marcam presença na VIII Festa dos Saldos - Grande Mercado do Livro, no Mercado Ferreira Borges no Porto.
Este ano, o patrono do evento será o poeta Miguel Torga, cuja obra completa pode ser encontrada a preços bastante acessíveis.
O evento decorre todos os dias entre as 15:00h e as 23:00h, e às 24:00h aos sábados e vésperas de feriados.
A festa dos saldos tem sido bem aceite pelos portuenses. Espera-se que a edição deste ano não seja excepção.
Os debates sobre literatura vão voltar à Culturgest, em Lisboa, a partir de dia 20 de Janeiro.
Poesia, ficção portuguesa, literatura infanto-juvenil e novos autores vão ser alguns dos temas em destaque na iniciativa Os Livros em Volta.
Mário Mexia vai inaugurar os debates na Culturgest, dia 20 de Janeiro, com uma sessão dedicada à ficção portuguesa.
Uma semana depois, será a ficção estrangeira a estar em destaque, num debate moderado por Mário Jorge Torres.
A 3 de Fevereiro, António Pinto Ribeiro traz as artes à discussão. Seguem-se-lhe Fernando Pinto do Amaral com um diálogo sobre poesia e, no dia 17, Alice Vieira debate a literatura infanto-juvenil.
Em Março é a vez do ensaio, da literatura de divulgação científica e da História e ciências sociais, apresentadas por Eduardo Prado Coelho, Mariano Gago e António Costa Pinto, respectivamente.
Os debates decorrem às terças-feiras, pelas 18:00h, até 16 de Março. A organização de Os Livros em Volta é do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e da Culturgest.
Alberto Caeiro e Álvaro de Campos, dois dos heterónimos de Fernando Pessoa, inspiraram um espectáculo teatral composto a partir de excertos dos poemas do “pastor” e do “engenheiro”. Este fim de semana, Almada pode assistir a Insónia – A Poesia de Pessoa Feita Teatro, da autoria de Esteban Pico e com a interpretação da Companhia do Tejo.

Fernando Pessoa continua a atrair atenções e a ser fonte inesgotável de ideias. Desta vez, a iniciativa partiu de Esteban Pico, um actor argentino e foi adaptada pela Companhia do Tejo. A partir de poemas de Caeiro e Campos, dois dos mais conhecidos heterónimos de Pessoa, Cristina Bizarro e José Mora Ramos falam da vida, dos planos, sonhos e frustrações que esta envolve.
Este espectáculo foi estreado no Brasil, no Verão de 2003. Este sábado, pelas 21:00h e domingo, pelas 16:00h, poderá ser visto no Fórum Municipal Romeu Correia, em Almada.
A peça será também exibida em Coimbra e em Lisboa.
Fernando Pessoa no MUITA LETRA
Na altura em que se comemora o 81º aniversário do poeta, a Fundação Eugénio de Andrade inicia uma série de exposições, conferências e exibição de filmes relacionados com a obra do escritor.
Os eventos decorrem na Casa do Infante/Arquivo Histórico do Porto, entre os dias 17 e 19 de Janeiro.

A 19 de Janeiro celebra-se o 81º aniversário daquele que é considerado um dos grandes nomes vivos da poesia portuguesa e a Fundação Eugénio de Andrade não quis deixar passar a data em claro.
O programa das comemorações inicia-se no próximo sábado, pelas 16:00h, com a exposição Uma Prenda para Eugénio e Algumas Túlipas, que conta com pinturas e poemas dedicadas ao poeta e algumas edições originais da sua obra.
Ainda no sábado, às 15:00h, será exibido o filme Eugénio de Andrade – Vida e Obra.
A encerrar as homenagens, a 19 de Janeiro, há uma conferência sobra o poeta.
Eugénio de Andrade não estará presente nas comemorações por motivos de saúde.
Depois de reestruturado, o Teatro Nacional S. João, no Porto, vai apresentar em cena textos de José Saramago, William Shakespeare, entre outros.
Ensaio Sobre a Cegueira, de Saramago, Othello, de Shakespeare, O Despertar da Primavera, de Declan Donnellan e As Ilhas, de José Carreteras são os textos literários que várias companhias de teatro vão levar ao palco do Teatro Nacional S. João durante este ano.
O Movimentum - Arte e Cultura apresenta a primeira Noite de Poesia de 2004. O Estado do Mundo é o tema em debate.
O evento decorre às 21:30h de sábado, dia 3 de Janeiro, no Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoim, na Maia.
Dia 24 de Janeiro, o Movimentum - Arte e Cultura apresenta outra noite de Poesia, desta vez em Gueifães, Maia.
A actividade literária do ano de 2003 vai ser passada a pente fino por escritores e jornalistas - «É a Cultura, Estúpido», no Teatro S. Luiz em Lisboa, dia 30 de Dezembro.
O escritor Mário de Carvalho, a jornalista Anabela Mota Ribeiro, entre outros críticos, jornalistas e escritores vão passar em revista o ano literário e dizer de sua justiça quais os melhores e os piores livros publicados em 2003.
O ano político também não escapa à crítica de jornalistas e escritores: os melhores e os piores factos políticos de 2003 vão ser tema de debate.
«É a Cultura, Estúpido» é organizado pelas Produções Fictícias e vai decorrer dia 30 de Dezembro no Teatro S. Luiz, em Lisboa. Várias sessões do evento vão realizar-se até Junho de 2004, na última quarta-feira de cada mês.
O Fórum Jovem da Maia acolhe amanhã a exposição DIVERS-IDADES. Trabalhos de poesia, fotografia e pintura conjugam-se para mostrar a reciprocidade da arte.
Nove artistas, entre pintóres, fotógrafos e poetas, vão marcar presença no Fórum Jovem da Maia com a exposição DIVERS-IDADES.
O objectivo desta mescla de artistas, trabalhos e áreas artisticas é demonstrar que a colaboração entre as várias artes é um caminho para o futuro.
A exposição será inaugurada esta sexta-feira, pelas 21:30h, e estará patente ao público até dia 31 de Dezembro.
DIVERSIDADES
Fórum Jovem da Maia
De 19 a 31 de Dezembro
«…porque não pegar em brinquedos partidos, livros rasgados e dar-lhes uma nova vida, nova função? Um desafio à imaginação!»
A Galeria do Palácio e a Biblioteca Municipal Almeida Garrett vão albergar a Oficina de Livros Rasgados - Do Velho se Faz Novo, no âmbito da Oficinas de Natal.
Este workshop é destinado a crianças e a entrada é livre.
Oficina de Livros Rasgados - Do Velho se Faz Novo
Galeria do Palácio/Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Telefone: 226081000
Das 10:00h às 12:00h
De 20 a 23 de Dezembro
Entrada livre a crianças, jovens e seus familiares
A Editora Corpos lança o seu centagésimo livro e elege o Ministro da Poesia 2003.
XL - Unplugged, de ex-Ricardo Pinho, é o livro número cem da vida da Corpos Editora. O lançamento vai decorrer em Miragaia, no Púcaros Bar (junto ao parque da alfândega do Porto).
Outro dos acontecimentos será a eleição, de entre os quarenta e dois autores publicados pela Corpos, do Ministro da Poesia 2003.
Miragaia, Púcaros Bar (junto ao parque da alfândega do Porto)
17 de Dezembro de 2003
22:30h
O Mercado Negro, feira do livro alternativo, encerra amanhã. O balanço desta quarta edição do certame é positivo. Andreia C. Faria e Ana Sofia Ferreira
O fim de tarde estava chuvoso e o trânsito de sexta feira no centro da cidade do Porto nunca convida a grandes aventuras. Talvez isso explique a fraca adesão de público com que nos deparámos durante a visita do MUITA LETRA ao Mercado Negro, na Escola Profissional da Árvore.
No entanto, António Oliveira, das Edições Mortas, organizador desta feira do livro alternativa, mostrava-se satisfeito com o balanço final de mais uma edição do Mercado: «Já há oito anos que esta feira bi-anual se realiza e sempre tivemos uma boa recepção por parte do público. Este ano não foi excepção.». O projecto foi, desde o seu início, «acarinhado pelos media» e os resultados são «satisfatórios».
Enquanto olhávamos os livros e os CD (quem fizesse compras que ultrapassassem os trinta e cinco euros tinha direito a «surripiar» um CD), o organizador do evento explicou-nos de que modo surgiu o Mercado Negro: «As grandes editoras nacionais normalmente enchem as prateleiras das livrarias e é muito difícil encontrar-se livros de editoras nacionais menos poderosas. Principalmente na altura do Natal, isso é quase impossível. Decidimos então criar esta feira para dar espaço a editoras mais pequenas e mais alternativas e expor os nossos livros nesta altura do ano, para tentar combater a omnipresença das principais editoras».
Na sala exígua e acolhedora, livros de poesia de autores e editores desconhecidos do grande público convidavam os mais curiosos a levá-los para casa, até porque os preços eram bastante acessíveis: «o preço dos livros que temos expostos varia entre um euro e os vinte euros», diz o organizador. Muitas revistas de design arrojado, que conjugavam a prosa e a poesia com fotografia de autor e ilustrações (algumas bem insólitas e originais), misturavam-se com livros lançados recentemente e algumas raridades.
Amanhã é a última oportunidade para quem quiser comprar na «candonga» livros difíceis de encontrar nas principais livrarias.
O Fórum Municipal da Maia acolheu o II Colóquio Nacional de Literatura Policial. Com o intuito de conquistar os adultos e de aliciar os jovens para este género, sucederam-se colóquios e debates com escritores. Mas a presença de vulto foi a memória do mais famoso de entre os mestres do policial, George Simenon.

Os dias 28 e 29 de Novembro foram dedicadas à promoção da literatura policial e à divulgação da vida e obra do mítico criador do Comissário Maigret. No átrio da Biblioteca Municipal da Maia encontravam-se expostos alguns dos livros mais emblemáticos da sua prolífera produção, juntamente com cachimbos (o ex-libris de Maigret e uma das paixões de Simenon), selos, postais e moedas comemorativas. Revistas, ensaios, CD e VHS sobre o autor conviviam com bilhetes de exposições e versões da sua obra em banda desenhada.
Percorrendo com os olhos as paredes, podiam ser vistos dados biográficos e curiosidades sobre o autor: as suas múltiplas viagens por África e pela Europa e a sua experiência como repórter; os mitos que para sempre o envolverão (consta que teve mais de dez mil amantes e que escrevia mais de oitenta páginas por dia) e a arrojada experiência da caixa de vidro (escreveu um romance em apenas três dias, emoldurado por uma caixa de vidro e observado pelo público).
Se Simenon foi a estrela mais brilhante deste II Colóquio Nacional de Literatura Policial, outras presenças também o dinamizaram: entre sexta-feira e sábado, multiplicaram-se os colóquios e os debates, sob a alçada dos escritores Álvaro Magalhães e Dick Haskins e com a colaboração, entre outros especialistas, do organizador do evento, Augusto Maia Marques, responsável pelo Fórum da Maia. George Simenon, o livro e o cinema policial foram os temas de conversa. O público, jovem e não tanto, afluiu em bom número a esta iniciativa.
A Editora Corpos aposta em nova edição.
Desesperânsia, de Anthero Monteiro, é a nova aposta da Editora Corpos, de Ricardo Teixeira e Adriana Pereira. O lançamento vai ter lugar na Sala da Assembleia Municipal da Câmara Municipal de Espinho, em Dezembro.
As actividades da Corpos prometem não se ficar por aqui.
Desesperâsia, de Anthero Monteiro
Editora Corpos
Assembleia Municipal da Câmara Municipal de ESpinho
Dia 13 de Dezembro, 16h
Helder Pacheco lança hoje o seu novo livro, Porto: Da Cidade e Da Gente.
O lançamento do mais recente livro de Helder Pacheco vai decorrer esta noite na Fundação Cupertino de Miranda. A apresentação do livro estará a cargo de Laura Castro.
Porto: Da Cidade e Da Gente, de Helder Pacheco
25 de Novembro de 2003 - 21:30h
Fundação Cupertino de Miranda - Avenida da Boavista, 4245 - Porto
IV Mercado Negro do Porto - Feira de Literatura Marginal
Vai decorrer na Escola Profissional da Árvore uma feira de livros alternativos, entre os dias 2 e 6 de Dezembro. As novidades incluem uma Feira de cd de editoras alternativas e o lançamento do livro de João Habitualmente (professor José Luís Fernandes). A organização está a cargo das Revistas de Literatura Marginal Edições Mortas e Pé de Cabra.
Fica prometida uma visita do MUITA LETRA.
IV Mercado Negro do Porto
2 a 6 de Dezembro (16h/20h)
Escola Profissional Árvore - Rua Barbosa de Castro, 51
Contacto: Raúl Simões Pinto - 933259853
A noite fria de Outono desta sexta-feira, dia 21 de Novembro, não convidava a grandes saídas, mas na Real Companhia Velha, em Gaia, o ambiente caloroso e familiar apenas era entrecortado pelas gotas de chuva que se esgueiravam pelo telhado e surpreendiam os mais incautos.
A Editora Corpos lançou, num estilo que se pretende singular e alternativo, seis novos autores, seis novos “Ministros da Poesia”. Devolver a Arte ao Povo foi o mote do evento. De facto, deu-se oportunidade a todos os presentes na plateia de expor os seus poemas e pensamentos perante a ”família”. Por Ana Sofia Ferreira e Andreia C. Faria
Passa a palavra…
Não foi apenas a Editora Corpos a marcar presença no evento. Um projecto amigo, a revista lavra… expôs também as suas publicações e, enquanto oferecia ao MUITA LETRA o último número da revista, o director Eduardo Roseira falou um pouco da história e dos objectivos do seu «jornal de poesia».
“É uma publicação modesta, com dois anos, que nasceu da necessidade que havia, ao fim de várias sessões de poesia, de partilhar poemas de amigos que se juntavam para recitar.” Um dia Eduardo Roseira resolveu arriscar e, de modo mais ou menos artesanal, nasceu a modesta revista. “Distribui-a por alguns amigos e o movimento foi-se alargando. Neste momento contamos com duzentos e setenta assinantes, de Portugal e não só. Continuamos a fotocópias, com muitas dificuldades, mas já vamos no número 13.”
Apesar de ter uma vida custosa (a revista é trimestral, pois não há hipótese de a publicar com mais frequência), Eduardo Roseira fala, com orgulho, de um “projecto de um círculo de amigos que se vai alargando aos poucos.” Para sobreviver, a revista conta apenas com as quotas pagas por assinantes e participantes “e não tem intuitos comerciais.” Confessando já ter recusado a publicação de alguns poemas, o director diz, no entanto, que “os critérios de selecção são quase nulos, publicamos praticamente tudo o que nos chega às mãos.”
Todos os primeiros sábados de cada mês, as pessoas que dão forma à revista lavra… juntam-se no pavilhão municipal de Mafamude, “para trocarem ideias, passarem bons momentos e criarem laços de amizade”. A entrada é livre e a participação de todos aqueles que têm um poema a partilhar é bem-vinda.
“Como é que a Editora Corpos sobrevive? Com a ajuda de um público fantástico que gosta do nosso trabalho”
De volta à Editora: a Corpos define-se, pela boca da sua responsável, Adriana Pereira, como “um projecto eclético, com três anos e meio de existência, que pretende fundir géneros e estilos literários diferentes e as várias artes entre si.”
Para que nasceu então a Corpos? “Para dar uma casa aos novos artistas, para sacudir o pó que se instalou na política editorial portuguesa, para marcar a diferença em relação às editoras convencionais.” Adriana Pereira acusa-as de serem “extremamente corporativistas” e diz que, por seu lado, “a Corpos é tudo menos típica”.
E como é que uma pequena editora compete com outras bem maiores num mercado tão pequeno e monopolizado? “Como gostamos de fazer as coisas de uma forma diferente, procuramos lançar os novos valores a que damos voz através de estratégias também elas diferentes: normalmente fazemos os nossos lançamentos em bares e em sítios inesperados”. A aposta num design invulgar para a estrutura dos livros surtiu também os seus efeitos: “quando as pessoas entram numa livraria e vêm os nossos livros ficam intrigadas e perguntam-se «o que é aquilo?». Há logo a tentação de pegar no livro, lê-lo, folheá-lo, descobri-lo e esse primeiro contacto é fundamental e tem atraído bastante público.”
Mesmo assim, a manutenção económica da editora não será um pouco difícil? Como é que, afinal, o projecto sobrevive? “Como é que a Editora Corpos sobrevive? Com a ajuda de um público fantástico que gosta do nosso trabalho”
Mi(ni)stério da Poesia 2003
De que modo a Corpos selecciona os autores em que aposta? “Fixamos cartazes em livrarias e nos locais habitualmente frequentados por quem se interessa por literatura e poesia e ficamos à espera que as obras nos cheguem. Somos muito variados. Não temos como critério de escolha a idade dos autores, é tudo uma questão de talento, na nossa perspectiva. No fundo, isto é uma casa de portas abertas e as pessoas são bem-vindas, desde que estejam preparadas para suar, para trabalhar, porque não é fácil”
O Ministério da Poesia é mais um dos concursos organizado pela Corpos. Desta vez, o prémio é a publicação do livro e um (irónico) cargo de «Ministro da Poesia». A edição deste ano já lançou 39 novos autores, “dezoito em Junho e vinte e um agora em Novembro”, mas a Corpos promete não ficar por aqui: “Nós pretendemos publicar um pouco de tudo, desde livros cómicos a infantis, de prosa poética a teatro, e todas as outras artes, como a pintura, a fotografia.”
A Cooperativa Árvore acolheu esta quinta-feira, dia 20 de Novembro, em ambiente familiar, o lançamento do novo livro do norte-americano residente em Portugal Richard Zimmler. O Meia Noite ou O Princípio do Mundo foi apresentado por Ana Sousa Dias, confessa amiga do autor, em tom informal. A jornalista aguçou a curiosidade da audiência ao ler alguns excertos da obra de Zimmler e deu ao MUITA LETRA o mote para uma entrevista ao escritor. Por Ana Sofia Ferreira e Andreia C. Faria
MUITA LETRA: Quais são os seus autores favoritos? Quais foram os autores que mais o marcaram?
RICHARD ZIMMLER: Os meus autores favoritos? São vários os autores que me influenciaram muito na minha juventude. Dostoiesvsky, Kafka, autores americanos como William Faulkner, Mark Twain, poetas como Edgar Alen Poe, são alguns dos que me marcaram muito.
M.L: E portugueses?
R.Z: Quando eu era muito jovem não sabia absolutamente nada de Portugal, nem da História. Sabia alguma coisa dos Descobrimentos, mas da literatura não sabia nada. Só mais recentemente comecei a apreciar os autores portugueses. Já traduzi dois poetas que eu gosto muito, Pedro Tamen, traduzi um livro dele, e Al Berto, que faleceu há cerca de oito anos, traduzi dois livros dele, gosto muito da poesia dele. Além disso, gosto muito, por exemplo, dos contos de Miguel Torga, Os Contos da Montanha, Os Bichos.
M.L: De Fernando Pessoa, nunca tinha ouvido falar?
R.Z: Eu não, porque Fernando Pessoa só se tornou famoso no estrangeiro muito recentemente, vá lá, nos últimos quinze anos. Antes disso ele não foi muito falado no mundo exterior. Talvez em Espanha, não sei. Mas nos EUA e na Inglaterra não.
M.L: Nós, portugueses, temos a ideia de que Fernando Pessoa é um nome universal…
R.Z: Agora é. No mundo francês, por exemplo, ele é super conhecido. Eu acho que esse fenómeno é bastante recente e nos EUA está só a começar. As pessoas só agora estão a começar a conhecer esse nome e alguma coisa da poesia dele.
M.L: A sua escrita poderia ser diferente se não vivesse em Portugal?
R.Z: Claro! Portugal actual e o Portugal histórico influenciam-me muito. Quer dizer, o escritor absorve o que está por volta dele e consegue... e tenta transmitir isso através de um filtro pessoal, através da sua própria cabeça. Eu absorvo o que está à minha volta e, não sei... o processo é misterioso, consigo transformar isso em personagens, em enredos, em histórias.
M.L: O que é que em Portugal o marcou? O que é que achou fascinante, ao ponto que querer inserir isso nas suas obras?
R.Z: Bem, eu acho, por exemplo, a história dos judeus portugueses fascinante. Porque muito pouca gente sabe disso, é quase uma história misteriosa. Por isso, eu gosto de desvendar o lado mais obscuro da História portuguesa. Gosto de pegar em pessoas e em situações que antes eram obscuras e focar uma luz sobre elas. Por exemplo, a Inquisição: embora toda a gente saiba o que foi a Inquisição, está muito pouca coisa ficcional escrita sobre ela. E há poucas obras que falem da vida das pessoas e de como é que essa vida se foi transformando, quebrando e destruíndo pela Inquisição. Então eu gosto de tratar do lado mais cinzento da História portuguesa. E, como americano, acho isso fascinante.
M.L: Penso que é uma forma inovadora de dar a conhecer a História portuguesa. Como a jornalista Ana Sousa Dias disse na apresentação, até há pouco tempo (e nós – entrevistadoras - temos 19, 20 anos) a História de Portugal que vinha nos livros era composta por personagens omnipotentes, feitos milagrosos. É uma versão maniqueísta da História…
R.Z: Eu não estou nada interessado nem em reis, nem em datas, nem em batalhas, nem em quem herdou isto ou aquilo…
M.L: O que o interessa mais são as notas de rodapé dos livros de história…
R.Z: Exacto. Eu estou interessado na vida real das pessoas. Quando eu menciono um evento importante nos meus livros, é sempre para falar de como esse evento (por exemplo, neste meu livro falo das invasões napoleónicas) marca a vida das pessoas reais, no dia-a-dia, no que é que eles tinham de fazer. A ocupação francesa do Porto significava o quê no dia-a-dia das pessoas? Não estou mesmo nada interessado em datas…
M.L: Não está interessado no que ficou para a história posteriormente…
R.Z: Não, não estou.
M.L: Pretende traduzir este livro? Já tem outras obras traduzidas?
R.Z: Em Portugal tenho três obras traduzidas.
M.L: Sim, mas para além de Portugal?
R.Z: Tenho em muitos países diferentes., Inglaterra, EUA, França Alemanha, Itália, Polónia…
M.L: E têm sido bem aceites?
R.Z: Às vezes sim, às vezes não… O Último Cabalista de Lisboa foi um best-seller em doze países diferentes. Foi muito bem aceite. O outro romance publicado em Portugal, que se chama Trevas de Luz, já não foi tão bem aceite. Isso é natural. Um livro vai ser muito bem aceite, outro não, quer dizer, isso é normal, completamente normal. Às vezes fico desapontado, mas está completamente fora das minhas mãos a recepção que o livro vai ter. Eu espero que este livro venda bem, mas eu tenho muito pouco a ver com isso. Uma vez publicado, o livro tem a ver com os críticos, com as livrarias, com os leitores. Há muito pouca coisa que eu posso fazer.
M.L: Quando acaba de escrever um livro, liberta-o… deixa-o seguir…
R.Z: Preocupo-me bastante com ele e fico muito frágil. Por isso eu tenho de ter muito cuidado e não ler as críticas, nem as positivas. Estou numa fase muito frágil. É como uma mãe depois do parto. Tu não queres ouvir as críticas ao filho, nem que sejam positivas. Tu só queres estar quieta e que o bebé esteja de boa saúde. Não queres ouvir muitas opiniões. Eu acho que sou um bocado assim, demasiados frágil para ouvir demasiadas opiniões. E as personagens ainda vivem na minha cabeça. Por isso, é muito difícil lidar com as críticas. Eles, as personagens, ainda estão aqui.
M.L: É como se fossem filhos...
R.Z: Filhos, amigos… Então é um período muito difícil.
M.L: Para terminar, qual é a sua ambição como escritor? Escreve por necessidade, por prazer?
R.Z: Eu escrevo por prazer, escrevo porque tenho de escrever, é uma coisa dentro de mim. Escrevo porque é a única coisa que sei fazer muito bem. O meu objectivo é afectar emocionalmente e intelectualmente os leitores. Mais nada.
Termina hoje o workshop Olhares e Escritas organizado pela Oficinas de Expressão.
Galeria do Palácio
Entrada Gratuita mediante marcação prévia: 2260881000
Entre as 16:00 e as 18:00h
O Ministério da Poesia 2003, promovido pela editora Corpos, vai revelar autores desconhecidos na Real Companhia Velha.
«O Ministério da Poesia pretende ser um festival anual de literatura, de modo a dar a conhecer obras que, de outro modo, estariam condenadas a nunca sairem da gaveta ou que tardariam anos a ver a luz do dia», explica a editora Corpos, que organiza e promove o evento.
Esta tarde, a partir das 16h, serão lançados sete livros; às 22h mais oito livros serão apresentados. O evento continua na próxima sexta-feira dia 21 de Novembro às 22h: desta vez, seis obras juntar-se-ão às já publicadas.
A entrada é livre pois, explica a editora «queremos devolver a arte ao povo».
O MUITA LETRA fará os possíveis para lá ir meter o nariz.
Ministério da Poesia 2003
Real Companhia Velha, Vila Nova de Gaia
15 de Novembro às 16h e às 22h
21 de Novembro às 22h
Bebidas, livros e tertúlias na livraria café-concerto Tempo de Leitura, no Porto, prometem acabar com o «marasmo cultural» da cidade.
Abriu há semanas, perto do Palácio da Bolsa do Porto, um espaço destinado ao convívio, à música e espectáculos intimistas e, principalmente, à literatura.
O TLP (Tempo de Leitura no Porto) põe à disposição dos seus visitantes cerca de três mil títulos de livros de variados géneros e o aconchego de um café ou de um pequeno lanche.
Pelo que sabemos, a ambição deste novo espaço não se limita a oferecer cultura em prateleiras, pois vai também proporcionar espectáculos de jazz, fado, declamação de poesia, lançamento de livros, exposições e workshops.
Fica prometida uma visita do MUITA LETRA a este promissor Temp(l)o de Leitura no Porto e posterior reportagem, assim que a pressão das aulas e dos trabalhos da faculdade o permitir.
Tempo de Leitura no Porto
De Segunda a Domingo entre as 9 e as 4h
Rua Ferreira Borges, 86, Porto
Telefone: 912227737
www.tempodeleitura.com
Exposição «George Simenon (1903-1989)»
Há quem diga que não gosta de policiais, mas que as obras de George Simenon extravasam categorias. Por isso, talvez, sejam tão populares em todo o mundo.
O Homem Que Via Passar os Comboios é o melhor exemplo da polivalência dos romances do autor belga: é um livro essencial para a compreensão da crise de valores com que se debateram o Homem e a sociedade burguesa durante as brutais revoluções industriais e sociais da primeira metade do século XX.
A vida e a obra do famoso criador do comissário Maigret (e de um considerável número de livros policiais) vão estar em exposição na Maia este mês.
Exposição bibliográfica integrada no colóquio de Romance Policial
Organização: Câmara Municipal da Maia – Pelouro da Cultura
Local: Biblioteca Municipal da Maia
Data: 28 e 29 de Novembro
Noites de Poesia em Vermoim
Todos os meses, uma vez por mês, um grupo de jovens empenhados na divulgação da poesia portuguesa se junta em Vermoim para interpretar obras de poetas nacionais, mais ou menos conhecidos.
Infelizmente, a edição do mês de Novembro já tinha decorrido quando nos foi dado a conhecer o evento.
Fica aqui, no entanto, a sugestão para Dezembro, dedicada ao poeta Augusto Gil.
Organização: Movimentum - Arte e Cultura; Paróquia de vermoin e junta de Freguesia de Vermoin
Local: Salão Nobre da Junta de Freguesia de Vermoin
data: 6 de Dezembro às 21:30h
Cem anos de literatura portuguesa
Um olhar geral sobre várias correntes literárias que marcaram o século XX poruguês, esta exposição ganha corpo através da reflexão sobre a literatura do início de século, as vanguardas e o modernismo, a Presença, o neo-realismo, o 25 de Abril e a mescla de estilos e influências dos anos 50 e 70.
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
Até dia 8 de novembro
Coordenação: Isabel Allegro de Magalhães