O FC Porto derrotou o Bennekom por 7-0, no segundo encontro amigável realizado em solo holandês. Perante um conjunto amador, Co Adriaanse testou atletas que não tinham sido opção ou tinham jogado pouco na partida frente ao NEC. O FC Porto jogou de início com Hélton; Bosingwa, Bruno Alves, Sandro e Leandro; Raul Meireles, Bomfim e Léo Lima; Alan, Hugo Almeida e Ivanildo. Esse onze não se alterou até ao descanso, tendo a turma portuguesa conseguido três golos nesse período. Leandro do Bomfim foi o primeiro a marcar, convertendo em golo uma grande penalidade cometida sobre Ivanildo. Já perto da meia-hora, Alan estreou-se a facturar com a nova camisola, após centro da esquerda e serviço de Bomfim. Antes do intervalo, Ivanildo fez o melhor golo do encontro ao concluir com um chapéu um lance individual vistoso.
Adriaanse operou mexidas para o segundo tempo, fazendo alinhar Paulo Ribeiro; Ricardo Costa, Paulo Assunção, Pepe e Areias; Ibson e Jorginho; Quaresma, Sokota, Hugo Almeida e César Peixoto. Ricardo Quaresma fez o quarto golo após o recomeço, convertendo a segunda grande penalidade da tarde, desta feita cometida sobre Ibson. Mais golos perto do final, com Pepe a marcar a vinte minutos do termo do encontro. Após canto de César Peixoto, o central alargou a vantagem azul e branca. Não estava ainda feito o resultado final, sendo que Hugo Almeida e Sokota justificaram o enfoque que lhes foi dado antes desta partida. Revelaram entrosamento e trocaram passes para golo em sete minutos. Primeiro foi o português a servir o reforço croata, devolvendo este a gentileza para que o ex-Boavista também entrasse na contabilidade do particular.
Diante de um adversário insignificante, o FC Porto fez um treino com vista à assimilação do esquema e do estilo que Adriaanse quer implementar. Para além disso, esta foi uma oportunidade para quem jogou pouco ou nada diante do NEC. Nota-se clara preferência por um modelo táctico que utilize preferencialmente as alas e a clássica definição do trinco também parece afastada pelo novo treinador. Filosofia de ataque com pressão colectiva em situação de recuperação da posse de bola é a mentalidade que o técnico holandês quer fazer prevalecer nesta temporada.