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setembro 17, 2004
5º Festival Internacional de Publicidade em Língua Portuguesa
De 23 a 25 de Setembro o Casino de Espinho acolhe a 5º Edição do Festival Internacional de Publicidade em Português.

O evento está aberto a todas as empresas e profissionais da área de publicidade e comunicação - anunciantes, agências e produtoras de países de língua portuguesa
Estudantes de Comunicação Social também podem participar, inscrevendo trabalhos de mídia imprensa na categoria especial “Fantasmas”.
Se não quiserem participar, podem simplesmente assistir aos trabalhos, sem pagar nada. (mais informações no site)
O Festival Internacional de Publicidade em Língua Portuguesa tem sido feito, anualmente, desde 2000, na Figueira da Foz, por uma associação fundada especialmente para organizar o evento (Criatividade Lusófona). Este ano será realizado em Espinho.
Mediante pagamento de taxas descritas em regulamento, os trabalhos concorrentes são avaliados por um júri composto por 11 profissionais, representantes de cada um dos países integrantes da Confederação das Associações de Agências de Publicidade dos Países de Língua Portuguesa.
Os vencedores recebem Sino de Ouro, Prata ou Bronze, além do Grand Prix concedido aos melhores dos meios TV/Cinema, Imprensa/Cartaz, Rádio e Ciber. Na categoria estudantil, o prêmio é um estágio de um ano numa agência de propaganda portuguesa. Os finalistas também recebem um Certificado de Excelência Criativa.
O júri será presidido pelo director criativo da agência moçambicana Golo, Thiago Fonseca, criativo que ajudou a construir marcas como a Coca-Cola, Cadbury e Schwepes.
Para mais informações, clica aqui
Posted by João P at 01:34 AM | Comments (0)
setembro 15, 2004
Lendas da Nossa Senhora de Vagos - Parte I

A pouco mais de um quilómetro da vila de Vagos, num local campestre e pitoresco, convidativo à oração, fica a ermida de Nossa Senhora de Vagos, local cheio de história e tradição.
Consta que antes deste santuário, existiu outro a dois quilómetros do qual existem apenas vestígios de uma parede alta, denominada «Paredes da Torre», que está cercada por densa floresta mas de fácil acesso.
Relatos antigos com várias lendas à mistura, dizem que perto da praia da Vagueira naufragou um navio francês dentro do qual havia uma imagem de uma Nossa Senhora que a tripulação conseguiu salvar e esconder debaixo de uns arbustos que na altura rareavam no areal.
Dirigiram-se para Esgueira, freguesia mais próxima, e então a tripulação contou o sucedido ao Pároco que acompanhado por muitos fiéis, veio ao local onde tinham colocado a imagem, mas nada encontrou. Dizem uns que Nossa Senhora apareceu a um lavrador indicando-lhe o sítio onde se encontrava, este aí mandou construir uma ermida; dizem outras que apareceu em sonhos a D. Sancho I quando este se encontrava em Viseu. El-Rei dirigiu-se ao local e encontrou a imagem, assim mandou construir uma capela e uma torre militar a fim de defender os peregrinos dos piratas que constantemente assaltavam aquela praia.
Mas parece que a primeira ermida e o culto a Nossa Senhora de Vagos datam do século XII. O que ajudou a espalhar a devoção a Nossa Senhora de Vagos foram os milagres que se lhe atribuem. Entre eles consta a cura de um leproso, Estevão Coelho, fidalgo dos arredores da Serra da Estrela que veio até ao Santuário. Ao sentir-se curado além de lhe doar grande parte das suas terras, ficou a viver na ermida, vindo a falecer em 1515. A lenda também diz que das quatro vezes que a imagem misteriosamente desapareceu da érmida - reaparecendo sempre na Capela Primitiva - , foi graças a este Estevão Coelho que a Nossas Senhora voltou para o local de culto. Tudo porque só à quarta vez se reparou que não tinham sido transferidos os ossos de Estêvão Coelho para a nova érmida, e que as retiradas que a Senhora fazia eram fruto da vontade de querer acompanhar o seu devoto servo; trasladados os ossos, logo a imagem ficou sossegada.
Supõe-se que ainda hoje, à entrada do Templo existe uma pedra com o nome de Estêvão Coelho.
Posted by Isabel Patrícia Jesus at 04:23 PM | Comments (0)
setembro 01, 2004
Serra da Freita, a natureza simples.
A rúbrica "Ao Natural" prossegue o seu caminho ao ar livre e em contemplação do meio ambiente desta vez pela Serra da Freita.
Situada na região montanhosa de Entre Douro e Vouga, no distrito de Aveiro, a Serra da Freita é procurada para caminhadas e piqueniques, durante a Primavera e o Verão e no Inverno para brincadeiras na neve.
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Num dia agradável é comum vermos muitas pessoas em piqueniques espalhados pela Serra, principalmente na Senhora da Laje. Neste local, podemos ver a Igreja da Senhora da Laje que data de 1680, rodeada pelos seus cruzeiros, o coreto e o pequeno cemitério.

A paisagem da Serra da Freita é pintada por grandes blocos graníticos com vegetação rasteira e alguns pinheiros.
Paragem obrigatória na Freita é a Frecha da Mizarela, uma queda de água abrupta de 60 metros, que se pode observar de um miradoiro junto à estrada ou quem preferir pode seguir o riacho que a queda forma e ir até ao ponto onde as águas caiem.
Um fenómeno invulgar que tem lugar nesta serra, nomeadamente na Castanheira, são as chamadas Pedras Parideiras. Este fenómeno descrito pelos populares como "pedras que parem pedras" consiste na formação de novas pedras a partir da pedra-mãe de granito, o que atrai muitos curiosos ao local.
Para quem gosta de desportos que suscitem adrenalina, a Freita oferece trilhos para motocross, todo terreno e mountain bike.
O parque de campismo da Serra da Freita oferece boas condições aos seus visitantes e está bem localizado na Serra, ficando perto da Frecha da Mizarela. Quem pretender outro tipo de alojamento terá de procurar em Arouca, Vale de Cambra ou São Pedro do Sul, algumas das cidades mais próximas.
Posted by Ana Luísa Tavares at 01:00 AM | Comments (0)