Dos grandes realizadores da clássica Hollywood, três há que marcaram o meu percurso de descoberta do Cinema. O maior de todos - a estrela que iluminará para todos os tempos a Sétima Arte - é John Ford. (Perdoem-me pôr as coisas nestes termos. Mas se o Cinema é emoção, é desse modo que pretendo esta rubrica escrever.) Os outros dois são Howard Hawks e Nicholas Ray. É sobre este último que vamos falar.

O nosso contacto com a obra de Nicholas Ray é, deveras, pouco usual, quando comparado com o modo como lidamos com os filmes de outros cineastas. Fomos descobrindo, espaçadamente, os filmes deste. Só há pouco tempo podemos ter uma noção exacta da dimensão do seu Cinema. E que balanço fizemos. Os filmes de Ray são sobre Homens em conflito interior. Que falharam ou estão a falhar na vida. Trabalhando com grandes actores - James Mason, Humphrey Bogart ou James Dean - Ray consegue criar filmes cheios de emoção. E que marcaram o Cinema.
Os começos de um independente

Independência. Foi deste modo que Nicholas Ray encarou a vida e a sua arte. Sempre pretendeu ter poder total na concretização dos seus filmes. Não se quis vender ao movie-system de Hollywood, onde o realizador era encarado como mero técnico e não como artista.
Nascido em 1911 numa pequena povoação do Wisconsin, Raymond Nicholas Kienzle só viria a fazer filmes com 36 anos, depois da II Guerra Mundial, onde contribuiu como propagandista do Office of War Information. Mas desde logo o olhar de Nicholas Ray - que se afirmava como «rebelde», situação que iria estudar ao longo dos seus filmes - estava amadurecido. Certamente devido à sua experiência nos teatros nova-iorquinos e à amizade próxima que tinha com Elia Kazan. They live by night (1948) foi o seu primeiro filme. Obra considerada um clássico do Cinema Negro. Onde o tema recorrente de Ray - que chegou a afirmar ironicamente que fez sempre o mesmo filme - já está presente: a solidão do ser humano perante um mundo «ao qual não fora apresentado».
O terceiro filme de Ray - pelo meio fez um pouco conhecido de nome A woman secret - teve como actor principal um actor com o qual criaria uma complexidade especial: Humphrey Bogart. Knock on any door (1949) conta a história de um advogado que defende um cliente bastante diferente da sua personalidade. O advogado é Bogart. O jovem é John Derek, no papel de Nick Romano. O filme tem certos momentos excelentes, como a alegação final de Bogart, que foi realizada num só take e de improviso. E o final foi uma novidade para a época. Se as massas gostavam de happy endings, neste filme não o encontraram.
A solidão é uma necessidade

O que acontece quando uma pessoa está só, se sente mal com isso, mas da solidão sair não consegue? Nicholas Ray realiza um drama sobre um escritor assim. De novo com Humphrey Bogart, que devido à confiança que tinha do talento de Ray produzia os filmes deste, dando-lhe liberdade total. In a lonely place («Matar ou não matar», 1950) mostra-nos Dixon Steele ("Boggie"), um literato de meia idade com um temperamento irascível. Ray apresenta-nos, ainda está o genérico a decorrer, Bogart a oferecer um soco a um automobilista. Logo aqui entramos em choque com a personalidade de um escritor que não consegue resolver os problemas com diplomacia. E devido ao seu modo de ser - e agir - vê rondar à sua volta o boato de que é um assassino. De uma rapariga que convidara para sua casa, e a quem nada fizera. Entretanto, nesta altura, surge como vizinha uma mulher. Diferente das outras, com um modo de ser parecido com Dixon. Chama-se Laurel Gray (Gloria Grahame) e vai amar Boggie como este nunca foi amado. A ele, que está num momento depressivo não conseguindo já ser o escritor que era, dá forças para completar um livro que se vinha arrastando. Mas Dixon não é como o comum dos mortais. É uma personagem em conflito interno, típica de Nicholas Ray. É um inadaptado, um homem a quem é impossível amar. Por causa disso, acabará por perder Laurel, que começara a desconfiar da sua sanidade mental e a duvidar se Dixon não é mesmo um assassino.
Ele, no entanto, sabe que perde sempre tudo. Daí os versos que compõe a Laurel, quando a relação começa a descambar em tragédia: «I was born when she kissed me/ I died when she left me/ I lived a few weeks/ While she loved me.» A sequência final do filme foi das últimas a ser rodadas. E curiosamente, numa situação de "tensão" plateau. Nick Ray estava-se a separar da actriz principal, Gloria Grahame, com quem era casado. O curioso é que o argumento de In a lonely place estava a ser constantemente reescrito. Desse modo podemos sempre especular que há um pouco de Nick Ray em Dixon.
continua
Há muito muito tempo, numa galáxia muito muito distante... Estas palavras, a fugirem da tela de cinema para o infinito, são o começo de uma das mais marcantes sagas da história do cinema, que encontram no novo episódio que esta semana estreia a sua última parte. É tempo de recordar os primeiros filmes realizados, que são a segunda parte da saga...

Episode IV - A New Hope

É o começo a meio. O quarto episódio dos, agora, seis filmes foi o primeiro a ser realizado e apresenta as personagens principais da segunda parte da série. Luke Skywalker (Mark Hamill) vive pacatamente com os tios num planeta distante. Mas a sua existência será modificada quando é chamado a ajudar a Princesa Leia (Carrie Fisher) na luta entre o bem e o mal. Pelo meio surgem personagens como Han Solo (Harrison Ford), uma espécie de mercenário intergaláctico, sempre acompanhado de Chewbacca, um simpático monstro. Luke recebe alguns ensinamentos do velho cavaleiro Jedi Obi-Wan Kenobi (Alec Guiness), que morre no final do filme (embora vá reaparecer como fantasma nos seguintes) às mãos do maléfico Darth Vader.
Episode V - The empire strikes-back

Segundo muitos fãs da série, este é o episódio fundamental da segunda saga. É o filme que dá consciência à fantástica metáfora da luta do bem contra o mal que é a Guerra das Estrelas. E foi o episódio da saga onde os espectadores tiveram a maior surpresa de Star Wars, quando na parte final se confrontaram com o seguinte diálogo entre Darth Vader - o mal - e Luke Skywalker - o bem:
Darth Vader - Junta-te a mim e eu saberei completar a tua formação. as nossas forças, unidas, poderão trazer fim a este conflito e trazer ordem à galáxia.
Luke - Nunca!
Darth Vader - Se conhecesses o lado obscuro da força. Obi-Wan Kenobi nunca te revelou o destino do teu pai...
Luke- Ele disse-me. Tu mataste-o.
Darth Vader - Não, eu sou o teu pai.
É o diálogo fundamental da saga Star Wars. Momento revelador dos destinos das personagens principais, e que condicionará os seus comportamentos para o episódio seguinte. A ideia de Darth Vader pai de Luke Skywalker terá deixado arrepiados os fãs, e ansiosos para verem o próximo episódio, realizado três anos depois.
Episode VI - The return of the Jedi

É o filme que encerra a Ópera espacial de George Lucas. O episódio VI é o que tem mais acção e mais humor. E onde se encontram também personagens fantásticos como o repugnante Jabba The Hutt - espécie de fusão entre uma lesma e o Padrinho - ou os Ewoks, espécie de ursos felpudos do planeta Tatooine. Estes personagens levam o espectador a deleitar-se com peripécias divertidas.
Mas é também um episódio dramático, pois nele vemos a redenção de Darth Vader, retornando a Anakin Skywalker e aos valores Jedi - daí o título do filme - mesmo que isso lhe custe a vida. É comovente a cena quase final em que Anakin pede a Luke para este lhe tirar a máscara para o poder ver melhor. Resumo dos valores da saga: o Bem vence o Mal e todos acabam felizes. Talvez este seja o contraponto ao filme a estrear amanhã, que todos sabem como acaba, com a conversão de Anakin em Darth Vader.
Star Wars no Take 2:
Luta vulcânica em Star Wars
Finalmente o título
Primeiro Banner?
Mais perto
O primeiro
Aí está ele - o trailer
Remembering... episode I
Remembering... episode II
Estreias da semana
Depois da decepção generalizada dos fãs em relação a The Phantom Menace, as expectativas eram mais moderadas em relação a Star Wars Episode II: The Attack of the Clones. As opiniões não foram tão unânimes como com o filme anterior, mas mais uma vez nem todos gostaram do resultado final.

Dez anos depois dos acontecimentos de A Ameaça Fantasma, as coisas estão ligeiramente diferentes. Obi-Wan é agora um mestre jedi encarregue do treino de Anakin Skywalker. Este por sua vez é agora um jovem cheio de angústia, seja por ter deixado a sua mãe para trás, seja por causa dos obstáculos ao seu amor por Padmé Amidala. Grande parte do segundo acto do filme é dedicado à cada vez maior aproximação entre os dois com as paisagens naturais do planeta Naboo como pano de fundo. Apesar de determinante para a passagem de Anakin para o lado negro da força, este é o principal defeito apontado ao filme seja por ocupar demasiado, por ser lamechas ou porque Hayden Christensen não tem aqui o melhor dos seus desempenhos. O ponto alto desta parte do filme é sem dúvida o primeira vez que Anakin cede à tentação pelo lado negro quando chacina os captores da sua mãe.

Ao longo de O Ataque dos Clones a trama política adensa-se. Surge a figura do Conde Dooku (Christopher Lee) uma peça fundamental no jogo comandado pelo chanceler Palpatine (que vai ganhando cada vez mais poder no Senado) e que vai culminar no vindouro Episode III na transformação da República no Império Galáctico. É ao longo da investigação de Obi Wan temos o primeiro olhar do exército de clones e do futuro caçador de recompensas Boba Fett, que seguirá as pisadas do seu pai Jango Fett.

Onde o filme dá "o golpe de asa" é nos 40 minutos finais. É nesta altura que tudo se percepita. Anakin, Obi-Wan e Padmé são atirados "aos leões" mas os jedis e o novo exército da Repúblico vem em auxílio dos nosso heróis. É impressionante a quantidade de elementos que se movem no ecrã durante a batalha entre o exército de clones e o exército de droides, uma maravilha só possível graças aos avanços da tecnologia de Imagens Geradas por Computador (CGI). Como em qualquer filme da Guerra das Estrelas, os combates com sabres-luz são um dos pontos altos e este não é excepção com o Conde Dooku a enfrente Obi-Wan Kenobi primeiro, Anakin Skywalker (que perde uma mão durante a luta, tal como Luke Skywalker em O Império Contra-Ataca) depois e por fim, num momento de êxtase para qualquer fã, Yoda.

Não sendo tudo o que podia ter sido, Star Wars Episode II: The Attack of the Clones tem vários momentos memoráveis que perduram na memória dos fãs mesmo depois de sair so cinema. Peca no entanto por ter um segundo acto algo aborrecido e pontuado por diálogos maus. Perdeu-se também aqui uma oportunidade de mostrar uma maior aproximação entre Obi-Wan e Anakin e um maior heroísmo deste, o que só tornaria a sua queda para o lado negro mais dramática.
Quando Geroge Lucas disse que iria filmar uma nova trilogia para contar o início da história começada em 1977 os sentimentos foram contraditórios. O entusiasmo pelo regresso à um dos universos mais amados na história do cinema misturou-se com o receio de que os novos filmes não estivessem à altura da trilogia original.

Star Wars Episode I: The Phantom Menace é sem dúvida o mal-amado da saga da Guerra das Estrelas. Esperado com enorme ansiedade pelos fãs, era muito díficil que correspondesse a todas as expectativas nele depositadas, até porque ainda havia mais dois filmes pela frente. Por outro lado, grande parte dos fãs da trilogia original estavam agora mais velhos e menos receptíveis aos elementos mais juvenis do filme, nomeadamente o irritante Jar Jar Binks.

Mas todas as histórias tem de começar por algum lado e esta começou com o cerco da Federação do Comércio ao Planeta Naboo, lar da Rainha Padmé Amidala. Nessa altura era Obi Wan ainda um jovem Padawan e Anakin Skywalker um menino escravo em Tabooine. A primeira função deste filme é, portanto, contextualizar o que iamos ver a seguir, e o filme cumpre-a bem, sendo de destacar o momento em que Obi-Wan Kenobi assiste à morte do seu mestre, algo que se repetirá com ele próprio e Luke Skywalker em Episode IV: A New Hope.

Mas há mais motivos de interesse. Os cenários digitais são deslumbrantes e a "ópera espacial" de George Lucas ganha assim um ainda maior fulgor visual. Para além disso, a batalha final envolvendo Qui-Gon, Obi-Wan e Darth Maul é espectacular e é pena que este último tenha sido pouco e mal aproveitado enquanto vilão, já que os seus movimentos com o sabre luz eram inéditos e muito bem conseguidos.

Em resumo, Star Wars Episode I: The Phantom Menace não é tão mau como o pintam mas será certamente o filme mais fraco desta nova trilogia, mas na pior das hipóteses seria um mal necessário para compreender e lançar as bases para o que viria a seguir.
Com o segundo filme a fazer rebolar a rir as salas de cinemas portuguesas, o Take 2 relembra o primeiro filme do ogre verde.

Estreado em 2001, "o maior conto de fadas nunca contado" colocou a Dreamworks na ribalta dos filmes de animação. A bonecada nunca mais seria a mesma. A Walt Disney deixava de ser dona e senhora dos desenhos animados. Um ogre verde feio, mau e saloio fazia esquecer o rapaz que esfregou a lâmpada, a sereia que queria ser mulher, a bela adormecida ou o leão rei da selva.
O que marca Shrek é a sátira aos clássicos da animação. Afinal de contas, os contos de fadas não seguem sempre a mesma lógica e não têm sempre o mesmo fim.

Shrek é um ogre que gosta de estar sozinho na calma do seu pântano. Infelizmente é constantemente incomodado pelos aldeões que têm medo dele. Até aí nada que ele não consiga resolver. O problema surge quando o governante da terreola, Lord Farquaad resolve expulsar todos os personagens de contos de fadas da cidade e os envia para o pântano de Shrek. Chateado, o ogre resolve ir pedir explicações ao soberano. O princípe minorca faz então um trato com Shrek: para ter o seu pântano de volta, o ogre deve ir salvar a princesa Fiona do dragão e trazê-la para que o princípe case com ela.
Sem se preocupar com o fim trágico que a princesa terá a casar com Farquaad, Shrek lança-se à aventura com um novo amigo, ou melhor, um amigo à força: um burro falante chamado...Burro.

Com maior e menor dificuldade, Shrek salva Fiona do dragão. A princesa fica felicissíma porque finalmente o seu cavaleiro andante veio buscá-la. Só que o cavaleiro não é bem o que ela pensava. De volta para Duloc, a intimidade entre Shrek e Fiona cresce e afinal parece que para Fiona já não conta só o aspecto exterior, mas o interior, pois ela à noite é também uma ogre.
Contar uma história de amor de maneira diferente e que fizesse rir, garantiu a Shrek o primeiro Óscar de Melhor Filme de Animação em 2001. As vozes de Mike Myers como Shrek e Eddie Murphy como Burro ajudam à comédia, o trabalho de feitura dos bonecos é muito bem feito e nenhum pormenor escapa. Chamada de atenção para a dobragem para português, excelentemente bem feita.
É já amanhã que se estreia em Portugal o grande filme deste Verão, Spiderman 2. O Take 2 aproveita para relembrar o primeiro filme desta saga de sucesso.

Estreado em 2002, Spiderman foi um êxito enorme em todo o mundo (é o 5º filme mais rentável de sempre) e contribuiu de forma substancial para a febre de filmes de super-heróis que se vive actualmente. O nome escolhido para a realização não foi o mais óbvio, tal como aconteceu com a escolha do protagonista, mas ambos se provaram como sendo as pessoas certas. Sam Raimi tem um passado mítico nos filmes de terror graças à trilogia Evil Dead e muitos torceram o nariz à sua escolha. Porém a sua admiração e respeito pelo ícone que é o Homem-Aranha aliados à sua inegável competência rapidamente silenciaram os detractores. A escolha do protagonista também esteve longe de ser consensual, no entanto dificilmente se encontraria alguém que desempenhasse Peter Paker da forma que Tobey Maguire fez. O facto de não ser uma estrela cintilante ou um dos óbvios "sex-simbols" para adolescentes, fez dele a escolha perfeita para dar vida ao adolescente inadaptado que é Peter Parker.

O restante elenco contava com Kirsten Dunst como Mary Jane Watson, Willem Dafoe como Norman Osborn e James Franco como o seu filho e amigo de Peter, Harry Osborn.

O grande trunfo do filme é a forma como mostra a vida de Peter e a sua lenta transformação no herói que todos conhecemos. A contextualização familiar de Peter está muito boa com o seu tio Ben a receber a atenção que merece, já que é ele o mentor de Peter e do seu alter-ego.
Spiderman é em primeiro lugar um filme de personagens e é isso que o distingue de muitas adaptações de comic-books. A teia de relações que se establece entre Peter, Mary Jane, Norman e Harry Osborn consegue entreter o espectador tanto ou mais do que as lutas entre o Homem-Aranha e o Duende Verde. Aliás este último aspecto podia ter sido a ruína do filme já que, apesar da excelência das cenas criadas por computador que fazem o herói balançar por entre os prédios, o Duende Verde parece saído de um episódio dos Power Rangers com a sua aparência plástica e sem expressão.

Felizmente o filme sobrevive a este e a outros precalços menores e o resultado final é um excelente filme de aventuras carregado de referências ao universo do Homem Aranha na banda desenhada e até ao universo de Sam Raimi. Agora é tempo de continuar a seguir as aventuras de Peter Parker até porque o final de Spiderman é a antítese do típico final feliz o que torna esta sequela ainda mais apetecível.
Ao longo dos anos, o cinema tem alimentado o imaginário dos mais pequenos com histórias de encantar. Para alguns, não passavam de mais um entretenimento para passar tempo. Mas para outros os filmes de animação eram as portas para um mundo de sonho que talvez nunca viessem a ter...

E uma das maiores responsáveis por fazer as crianças sonharem é a Walt Disney. Apesar de tudo o que se diz sobre o passado obscuro do seu fundador, do seu nazismo e de algumas das suas pretensões mais sórdidas (mensagens subliminares em cada película), ninguém pode tirar o mérito a Disney pelo que fez no mundo dos desenhos animados.

Histórias como Branca de Neve, Aladin, O Rei Leão ou Cinderella deixavam nas crianças a quimera de um mundo onde há sempre um final feliz, apesar de todas as adversidades que possam vir durante o caminho da vida.
Infelizes são aqueles que se aproveitam das coisas boas e as distorcem para os seus maus intuitos.
Bem vindos ao Take 2, o blog-jornal de cinema da licenciatura em Jornalismo e Ciências da Comunicação da Universidade do Porto. Aqui vão poder encontrar as habituais notícias e críticas de filmes, bem como outras rubricas relacionadas com a sétima arte.
Dinamizado por estudantes de jornalismo, o Take 2 pretende afirmar-se como um produto claramente jornalistico sem fechar, no entanto, as portas à opinião quer dos redactores quer dos nossos visitantes.