Muito boa música se vai tocar, cantar e ouvir este fim-de-semana em Santa Maria da Feira, no Festival Para Gente Sentada.
Uma das estreias em Portugal é de Lourdes Hernandez, aliás, Russian Red. Gosto, especialmente, de Gone Play On e de Cigarretes. Vale a pena ouvir!
Sobre o festival, a Mariana Duarte conta como vai ser no JPN.
Para saudosistas (como eu). 1.500 vídeos (um por banda/músico) dos nossos bons velhos Anos 80 (óptima dica de José António França).
A capa do novo álbum de Kate Bush, lançado ontem, diz tudo sobre a beleza da música de quem não sabe fazer nada que não seja muito bom. Basta recordar Wuthering Heights, Running Up That Hill ou Babooshka.
Recomendo a audição do tema de abertura de "Aerial", King Of The Mountain (Quick Time).
ACTUALIZAÇÃO (11/11/05): A audição integral de "Aerial" está disponível temporariamente aqui.
Os Libertines vão parar por tempo indeterminado. A banda inglesa, que vive problemas quase desde o seu início, vai interromper a actividade no final da digressão europeia que decorre actualmente.
Os autores de "Can't Stand Me Now" já não se suportam e os últimos concertos não contaram com um dos líderes da banda, Pete Doherty, a braços com problemas de droga.
O outro vocalista, Carl Barat, veio agora a público afirmar que está com alguns "problemas de saúde", que requerem "uma operação", sendo esse o motivo principal para a paragem da banda.
Para muitos, este é o fim de uma das mais prometedoras bandas britânicas, apontada no seu início como a resposta inglesa ao sucesso dos americanos The Strokes.
PS: Até o site da banda está com problemas! a coisa está mesmo mal...
Os nova-iorquinos Strokes já começaram a trabalhar no sucessor de Room On Fire, segundo álbum de originais editado em finais de 2003. O quinteto falou à NME sobre o novo projecto e Julian Casablancas, vocalista da banda, assegurou que os Strokes entraram numa nova era. A banda quer dispensar os instintos e elaborar um disco mais pensado, ao invés de seguir as pressões que condicionaram os álbuns anteriores. Casablancas assegura que nada vai soar como nos primeiros dois projectos e que o lema passou a ser reflectir e perder o tempo necessário até se encontrar o ponto ideal. Sem data prevista, pois, o certo é que já haverão vários temas em fase adiantada. Entretanto, os fãs da banda podem deliciar-se com o novo single, The End Has No End, que segundo Casablancas já é um pouco daquilo que os Strokes querem para o futuro. A produção do tema já denotou maior elaboração e atingiu o nível que os nova-iorquinos dissem ambicionar para o próximo trabalho. Fiquemos à espera...
Os norte americanos Pearl Jam vão editar, no próximo dia 16 de Novembro, uma colectânea dos principais êxitos da banda. O duplo cd vai chamar-se "Rearviewmirror" (Greatest Hits 1993-2001) e reúne alguns dos temas mais conhecidos dos Pearl Jam.
Este é o último trabalho da banda de Eddie Vedder sob o signo da editora Epic, o que para o vocalista representa o "fim de um ciclo".
Aqui fica o alinhamento da colectânea e o contentamento dos (inúmeros) fãs portugueses...
Alinhamento:
Disco 1 («Upside»):
«Once»
«Alive»
«Even Flow»
«Jeremy»
«State of Love and Trust»
«Animal»
«Go»
«Dissident»
«Rearviewmirror»
«Spin the Black Circle»
«Corduroy»
«Not for You»
«I Got ID»
«Hail Hail»
«Do the Evolution»
«Save You»
Disco 2 («Downside»):
«Black»
«Breath»
«Daughter»
«Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town»
«Immortality»
«Betterman»
«Nothingman»
«Who You Are»
«Off He Goes»
«Given to Fly»
«Wishlist»
«Last Kiss»
«Nothing As It Seems»
«Light Years»
«I Am Mine»
«Man of the Hour»
«Yellow Ledbetter»
Fonte: Discodigital.pt

Já aí estão os Pluto. Quem? Os Pluto. A nova vida dos Ornatos Violeta? Não, os Pluto, a nova banda do antigo líder e do ex-guitarrista dos OV, mas com novos colegas e novo som e...
E ao primeiro trabalho os Pluto soam a Ornatos, mas agora mais maduros, com menos complexos e cheios de força. A prova é o álbum lançado hoje, "Bom Dia", onde o rock volta a fazer parte do panorama musical português. Para aqueles (poucos, mas saudosos) que já conheciam os OV as comparações são inevitáveis, mas a verdade é que o som dos Pluto chega cheio de frescura e a voz de Manel Cruz encaixa ainda melhor nas canções.
A crítica parece unânime em considerar "Bom Dia" um dos grandes trabalhos do ano por terras lusas, o que por si só já é uma vitória para esta nova (velha) banda portuguesa, mas a avaliação do público também vai ser importante. E essa só agora começou...
Uma boa surpresa. Um dos duos mais criativos da pop da década de 80, os Tears For Fears, está de regresso com um novo álbum, Everybody Loves a Happy Ending, a lançar dentro de uma semana, 14 de Setembro, revela o Disco Digital.
No site oficial, já se podem ouvir dois temas, Call Me Mellow e Closest Thing To Heaven.
À primeira audição, as amostras do novo álbum não deslustram uma carreira marcada por grandes e merecidos êxitos. Quem não se lembra de Everybody Wants to Rule the World, Shout, Change, Mad World, Sowing the Seeds of Love, I Believe, Woman in Chains, Advice for the Young at Heart ou Pale Shelter (o meu preferido)?

Os Placebo vão lançar, no próximo Outono, o seu primeiro "Best Of". Segundo as últimas informações, o novo cd vai permitir aos fãs da banda ouvirem um pouco dos quatro álbuns já lançados. Porém, "Once More With Feeling" não vai viver apenas de recordações, já que, nele vamos poder encontrar tembém um novo single, que ainda não tem titulo anunciado.
Desapareceu do estúdio Victorine em França, uma maqueta do novo álbum dos irlandeses U2. A banda de Bono Vox prepara-se para lançar o novo trabalho em Setembro e este episódio pode constituir um forte revés na estratégia de promoção do disco, já que a confirmar-se a hipótese de roubo é previsivel que o novo material seja distribuido na internet.

Os Clã são uma banda incontornável no panorama musical português. Se a longevidade não é muito comum, a coerência musical que vão mantendo é de elogiar. Num país em que é fácil cair no comum e no vulgar, os Clã têm procurado evoluir positivamente, juntando-se a nomes consagrados da música portuguesa. As colaborações com Sérgio Godinho são disso exemplo.
Em 2004, a banda de Manuela Azevedo apresenta um novo trabalho. O título promete ternura mas não esconde a outra face da coisa. No final, um nome ofensivo e chocante: Rosa Choque!
O mais recente trabalho dos Clã vai estar nos escaparates a 3 de Maio mas tem apresentação marcada para 29 de Abril. Palco? A cidade do Porto, inevitavelmente. O Sá da Bandeira acolhe o concerto de estreia do álbum e da tour que se prolonga até finais do Verão e que tem passagens quase obrigatórias pelas "queimas" e festas universitárias nacionais.
Os Clã editaram o seu primeiro trabalho em 1996. LusoQualquerCoisa preparou terreno para o primeiro sucesso da banda portuense. Kazoo saiu um ano depois e deixou muito boa gente com Problema(s) de Expressão. GTI foi outro dos temas muito bem aceites pelo público.
Cair no goto não é tarefa complicada quando o produto é bom. Assim sendo, não é de estranhar que Lustro tenha superado, a nível de difusão, os discos anteriores. Os singles Dançar na Corda Bamba, H2Homem e O Sopro do Coração tocaram por várias rádios nacionais, dando uma enorme longevidade ao álbum de 2000.
Os últimos anos da banda têm sido de colaborações com nomes consagrados da música em língua portuguesa. Os trabalhos com Sérgio Godinho (donde saiu Afinidades, em 2001) são disso o melhor exemplo. Exigia-se, contudo, que os Clã voltassem ao formato que os popularizou. Aí está Rosa Carne. Assim, frio e penetrante. Não aconselhável a fãs da Margarida Rebelo Pinto...

Depois da (excelente) confirmação de que vamos ter Muse em Portugal, a Tenda foi averiguar o percurso que a banda de Matthew Bellamy fará até aterrar no nosso país, a 9 de Junho...
Os Muse são uma das bandas do momento. Depois de Absolution ter rebentado nos mercados britânicos e europeus e da digressão à Ásia e à Oceânia ter sido um sucesso, o trio inglês lança-se no sempre complicado mercado norte-americano. Sim, só agora.
O novo álbum encontra-se nos escaparates dos EUA desde quarta-feira passada e vem acompanhado de concertos, muitos concertos, que a banda promove em terras do Tio Sam.
Com efeito, os Muse ficam pelos States até meados de Maio, regressando à Europa para um conjunto de actuações em território francês. Por essa altura será também editado o novo single da banda, Sing For Absolution. 17 de Maio é a data prevista.
Para mais tarde fica, assim sendo, a actuação em território nacional. 38€ é o preço do papel que dá acesso à Praça Sony, onde actuam, igualmente, os Korn e os Linkin Park.
Fontes próximas da Associação de Estudantes da Universidade do Minho garantem contactos no sentido de abreviar o regresso dos Muse a Portugal. A Queima das Fitas de Braga pode acolher o trio britânico mais cedo do que se esperava. A Tenda desconfia...
Que belos sons nos chegam da Islândia. O segundo álbum dos Bang Gang, Something Wrong, é mais uma prova de que a Escandinávia é o local ideal de inspiração para compositores de música moderna. Sigam esta óptima sugestão de Filipe Brito e ouçam Inside.
Após 11 anos de carreira, os polacos Myslovitz alcançam um grande êxito internacional, com Sound of Solitude. Em Portugal, o tema atingiu esta semana o 2º lugar do Top 3. Os portugueses já cantam em uníssono "And even left alone one day..." (letra completa em Mais...)
Myslovitz - Sound Of Solitude
And even left alone one day
Ain't gonna change, it's not my world
Before me there's a road I know
The one I chose myself to go
Yeah, perfect forever, always clever
Should I be and I should feel
Super cool but then I am a fool
But then it's not me
And even left alone one day
Ain't gonna change, it's not my world
Before me there's a road I know
The one I chose myself to go
See, I like the evenings
Like to get hidden for quite some time
And yet, I like against my nature with ostentation
To stay alone, climb to a tree top
And keep looking skyward
No sensation, but I know that right here
For another time
Can't be who I wanna be
And even left alone one day
Ain't gonna change, it's not my world
Before me there's a road I know
The one I chose myself to go
Nights, some nights I awake to
Go out though I hate it
Look at this chemical world
Smelling like grayness, like paper love sadness
With you and me and someone else
Don't know who, wants to be
For several years
With obsession and with ostentation
Left alone a while I've seen that guy
And even left alone one day
Ain't gonna change, it's not my world
Before me there's a road I know
The one I chose myself to go